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Estatuto do Hospital Frei Clemente de Soledade passa por reforma

por Nayam Franco

Comissão criada para analisar e modificar pontos já está discutindo mudanças

Foto: Paulinho Paes/Tua Rádio Cristal

O estatuto do Hospital Frei Clemente está passando por uma reforma. Uma comissão foi criada no último ano para definir algumas mudanças pontuais que visam a atualização do estatuto para associados, Grande Conselho e Direção.

O presidente do Grande Conselho, Douglas Dall Cortivo, esteve na Tua Rádio Cristal para falar sobre essa reforma estatutária, como está sendo feita e quais as mudanças possíveis de atualização do documento.

Conforme o presidente, em janeiro deste ano ocorreu a primeira reunião da comissão onde foram discutidos os primeiros pontos que deverão ser analisados em uma nova redação para a apresentação de um novo estatuto até o final de março, posteriormente devendo ser votado pelos associados do hospital até o fim do primeiro semestre de 2020.

"Ainda não há uma redação final, mas deve ser encaminhada até o final de março. Queremos uma redação mais próxima do ideal para evitar que seja discutido item por item durante a assembleia geral com os associados", salientou Douglas.

Dall Cortivo contou que algumas mudanças já foram discutidas, como o valor que havia no estatuto interior para assunção de empréstimos pela direção que ficou defasado com o tempo e a participação dos associados na chapa da direção e no Grande Conselho, para evitar que conselheiros com envolvimento político-partidário permaneçam mesmo após serem eleitos ou participarem de pleitos, deixando explicito a solicitação de afastamento.

"Não é que não achemos produtivo, mas a gente entende que não pode se misturar a política com o interesse do hospital", ressaltou.

O presidente do Grande Conselho afirmou que não faz parte da comissão que está formulando o novo estatuto, mas que fez suas sugestões e que não houve consenso nas suas ideias, apesar de ainda achá-las importantes.

"Eu acho que eles sentiram como se eu estivesse impondo o meu desejo, mas minha intenção é permitir que a direção não se sinta presa ao Grande Conselho. Acho que a diretoria tem pleno comando e algumas decisões que precisam do Grande Conselho acabam sendo atrasadas por isso. Não quero que o estatuto tenha a minha cara, mas como advogado, tive alguns pontos para discordar e avaliar nessa modificação", reforçou Douglas.

Como exemplo, ele citou que hoje a casa de saúde tem um orçamento de aproximadamente 16 milhões de reais ao ano e que não teria fundamento passar pelo Grande Conselho quando a direção precisa de um empréstimo. "Precisamos deixar que o gerenciamento seja feito pela direção", finalizou.

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