Desaparecidos de Marau têm ligação com tráfico de drogas
As buscas prosseguem para encontrar Renan e Amanda, peças cruciais para avançar nas investigações de organizações criminosas instaladas em Marau
Renan Miotto e Amanda Renz desapareceram em datas diferentes. Mas uma coisa os dois tem em comum: o envolvimento com o tráfico de drogas. Essa confirmação veio em recente entrevista do Delegado Norberto Rodrigues, da Polícia Civil de Marau. O que não dá ainda para afirmar, segundo o delegado, é que desapareceram pela atuação deles no tráfico. As buscas prosseguem para encontrar Renan e Amanda, peças cruciais para avançar nas investigações de organizações criminosas instaladas em Marau.
Amanda Cristina Renz, de 21 anos, desapareceu primeiro. Familiares afirmaram que ela foi vista pela última vez por câmeras, nas proximidades do CTG Felipe Portinho, no dia 30/07. Amanda é bombeiro e motorista de aplicativo. Dias antes de desaparecer, Amanda foi pega pela em flagrante no ENART portando drogas e uma quantia de notas falsas.
Renan Miotto era taxista e a última vez que foi visto foi na quarta-feira, 17/09. Imagens do Sistema Olho Vivo de Marau registraram o veículo Fox, utilizado pelo taxista na noite do desaparecimento. As câmeras de videomonitoramento flagraram o carro trafegando pela Rua José Fuga e pela Avenida Júlio Borella, em direção ao meio rural de Marau, especialmente à estrada de acesso ao Distrito de Laranjeira. No dia seguinte o carro em que ele usava foi encontrado incendiado no interior de Água Santa.
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