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Avança o diálogo para criação de cooperativa de catadores em Marau

por Ana Lúcia Jacomini

Dignificar o trabalho dos catadores de materiais recicláveis é um dos objetivos

Foto: Divulgação

Uma experiência satisfatória. Assim foi avaliado o encontro entre pessoas que trabalham com materiais recicláveis em Marau, realizado nesta terça-feira, 26/06, em uma iniciativa do Grupo de Trabalho, Estudo e Ações Ambientais Eco Ideologia e das Irmãs Franciscana de Maria Auxiliadora, com apoio do poder público, Abesfa e da Tua Rádio Alvorada.

O objetivo, além de reunir e conhecer os catadores, foi  mapear as áreas cobertas pela atividade, entender os desafios que os trabalhadores enfrentam e repassar orientações, visando a organização destes profissionais. Representantes do Projeto Transformação estiveram presentes para contar a experiência da formação de uma cooperativa de catadores, no município de Passo Fundo.

Segundo a irmã Vera Coutinho, foram 29 participantes que receberam informações sobre o sistema de cooperativismo voltado aos profissionais que coletam e processam os materiais recicláveis. A intenção é implementar em Marau uma cooperativa semelhante à do município passofundense e com isso oferecer condições de os catadores competirem com o mercado, agregando valor ao material reciclado e produzido por eles, e, especialmente, visando o reconhecimento dos catadores como profissionais.

Agora, em mais ou menos um mês, novo encontro será realizado, com objetivo de que mais pessoas possam participar. Toda essa atividade, segundo Júlia Moraes, do GTEAA, faz parte de uma proposta ainda maior, que é organizar a destinação correta dos resíduos produzidos no município, passando por ações de conscientização da comunidade. “Além da criação da cooperativa, vamos fazer um trabalho de conscientização nas escolas e de casa em casa, para que a população, de forma efetiva, separe o lixo doméstico e que para os catadores vá só os produtos passíveis de reciclagem e assim, eles não vão mais precisar colocar a mão em sacolas onde estão materiais não desejados. Vamos dar uma vida mais digna para eles”, explica ela.

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