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Primeira etapa de vacinação contra aftosa começa nesta quarta-feira no Estado

por Camila Agostini

Em Marau, cerca de 900 produtores devem vacinar o rebanho

Foto: Fernando Dias/Seapdr

Cerca de 900 produtores rurais de Marau terão que vacinar o rebanho em mais uma campanha contra a febre a aftosa. A primeira etapa da vacinação inicia nesta quarta-feira, 01/05 e segue até dia 31 do mesmo mês, em todo o estado do Rio Grande do Sul.

 A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural espera que sejam imunizados 12,5 milhões de bovinos e búfalos para atingir uma cobertura superior a 90%. Em 2018, em ambas as etapas que ocorrem nos meses de maio e novembro, a cobertura vacinal chegou a 97%

Conforme informações do Departamento de Defesa Agropecuária do governo do estado, este ano a vacina contra a febre aftosa sofreu alterações na formulação, com redução na dosagem de aplicação, de 5 para 2 ml. A vacina passou a ser bivalente, o que garante a proteção contra dois vírus, os do tipo A e tipo O. Foi removido o tipo C. A composição do produto também foi modificada com intuito de diminuir os nódulos.

Os produtores devem comprar as doses da vacina nas agropecuárias credenciadas e, posteriormente, comprovar a vacinação através da apresentação da nota fiscal de compra e declaração do quantitativo de animais vacinados nas inspetorias ou escritórios de Defesa Agropecuária. Quem não comprovar a vacinação serão autuados, conforme determinação do Decreto Estadual 52.434/2015, e terão sua propriedade interditada até a regularização dos procedimentos.

Nesta quarta-feira, 01/05, o chefe da Inspetoria Veterinária de Marau, Maurício Flores, concede entrevista à Tua Rádio Alvorada e apresenta mais detalhes a respeito da campanha deste ano no município.

Neste mês de abril, o secretário de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul, Covatti Filho, entregou documento ao superintendente federal do Ministério de Agricultura no Estado, Bernardo Todeschini, para solicitar auditoria no sistema de defesa sanitária animal do estado. O objetivo é avaliar - na segunda quinzena de julho – a atual situação em relação à febre aftosa. No documento, o secretário informa que o Estado já elaborou um plano estratégico para o cumprimento das metas, a partir de uma auditoria realizada em 2017. Conforme o documento, houve progresso no sistema de vigilância e monitoramento a campo em todo o Estado, incluindo o controle de trânsito animal e de produtos de origem animal nos postos de divisa e fronteira. O principal propósito é comprovar a evolução de status sanitário para que o Rio Grande do Sul seja considerado livre de febre aftosa sem vacinação.

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