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CPERS organiza protesto contra medidas do governador Eduardo Leite para a categoria

Baixar Áudio por Rodrigo Fischer

Ato ocorre nesta terça-feira (14/10), em Porto Alegre. Cerca de 40 representantes de Caxias do Sul vão participar da manifestação

Foto: CPERS/Divulgação

O Centro de Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS) organiza um protesto, nesta terça-feira (15/10), contra as medidas do governador Eduardo Leite relacionadas as modificações no Plano de Carreira do Magistério, no Estatuto dos Servidores e na previdência estadual. O ato ocorre na Praça da Matriz, em Porto Alegre, a partir das 10h. O núcleo de Caxias do Sul pretende levar cerca de 40 pessoas, entre professores e funcionários, para a manifestação.

Em entrevista à Tua Rádio São Francisco, o diretor-geral da sede caxiense, David Carnizella, explica que as principais revindicações são o reajuste de aproximadamente 30% no salário do Magistério e a manutenção do plano de carreira da categoria. “A categoria está há cinco anos sem receber a reposição da inflação. Então, tudo aumenta. Nesses últimos anos, tivemos uma mudança no cenário econômico e o nosso salário vem diminuindo a cada decorrer. Por causa disso, temos uma perda real nos rendimentos. ”, avalia.

Sobre o projeto que envolve o plano, Carnizella exemplifica que são contra as retiradas das vantagens por tempo de serviço público, como triênios e quinquênios, gratificações para diretores de escola e a redução do chamado “difícil acesso” apenas para colégios do campo. “Várias mudanças no plano de carreira colocam em risco a profissão de professor. Sabemos que já é difícil o jovem se interessar pelo magistério. Mas, o governo é o principal obstáculo, pois não dá segurança econômica para o profissional fazer um bom desempenho em sala de aula”., coloca.

Caso os projetos do poder executivo estadual sejam enviados para a Assembleia Legislativa, o diretor-geral afirma que a categoria vai entrar em greve três dias depois do encaminhamento. Essa medida já foi votada em assembleia do sindicato, no dia 27 de setembro. “É o Governo [do Estado] que está pedindo tudo isso. A partir do momento que ele [Eduardo Leite] encaminhar essas mudanças para Assembleia Legislativa, temos uma prerrogativa, tirada em assembleia, para entrar em greve se for protocolado os projetos.”, afirma.

A mobilização também vai contar com outras categorias do funcionalismo estadual, que também são contra as alterações propostas por Eduardo Leite.

(Ouça a matéria no "Ouvir notícia" abaixo da manchete).

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