Médico orienta sobre os cuidados com animais peçonhentos
Durante o verão, se torna mais comum o acidente causado por animais peçonhentos
No interior de Garibaldi, está acontecendo a safra da uva. São diversos trabalhadores que seguem a campo para fazer a colheita, mas também têm aqueles que se sentem atraídos em coletar a uva e outras frutas como caquí que é da época, do cereal como o milho ou mesmo ir na horta na busca de tomate ou verduras. Neste tempo, é comum o acidente causado por animais peçonhentos.
São ocorrências com cobras, aranhas, lagartas, abelhas e vespas que podem aparecer tanto em áreas rurais como urbanas. Em nossa região é comum o aparecimento das conhecidas jararacas. O tratamento é o soro antiofídico. O médico Eduardo Valduga recomenda que caso ocorrer o contato com o réptil que iniciamente se mantenha e calma e buscar atendimento médico. Uma orientação também é capturar o animal e levá-lo para identificação e assim receber o soro antiofídico certo.
É possível lavar o local com água e sabão, mas nunca tentar extrair o veneno ou amarrar o membro acidentado. Geralmente, a cobra ataca nas extremidades, pés, pernas ou mãos. A recomendação para quem vai trabalhar e que faz parte dos Equipamentos de Proteção Individual – EPIs é o uso de botas de borrachas ou coturnos altos e luvas. Olhar com atenção o local de trabalho e caminhos a percorrer. O efeito da picada de cobra é sério e que pode eloluir para morte, caso não houver o devido acompanhamento. Diante de lagartas, aranhas também a recomendação é levar junto a espécie. A abelha e vespa, o cuidado é para quem é alérgico.

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