“Funcionários do frigorífico Chesini choram por não conseguirem trabalhar”, diz veterinária
Fiscal do estado não aparece e cadeia de produção soma mais um prejuízo
O Frigorífico Chesini que está no mercado há 50 anos, teve um episódio a lamentar na manhã deste sábado, dia 9 de junho. O frigorífico ainda tentando recuperar o abastecimento de aves ao mercado, depois da paralisação dos caminhoneiros, convocou seus funcionários para o abate de 17 mil aves.
As aves chegaram, os funcionários compareceram para o trabalho, mas infelizmente quem não apareceu foi o fiscal sanitário da Inspetoria Estadual. Havia sido acertado que um fiscal compareceria no frigorífico o que não aconteceu.
A médica veterinária, Joana Chesini, disse que foi realizada toda uma programação para o abate, mas infelizmente pela desorganização do Estado que não enviou fiscal, tudo isso ficou parado, gerando prejuízos não só para a empresa, mas para a cadeia de produção.
As aves foram carregadas nos aviários, durante a madrugada, os funcionários saíram de suas casas para o dia de trabalho, foram cumpridas todas as regras da segurança alimentar para que as aves não ficassem estressadas antes do abate, havia já uma programação de entrega de aves e tudo ficou comprometido.
Joana disse que as aves terão que ser devolvidas aos avicultores, gerando mais um estresse para os animais e também ao produtor. Segundo Joana, os funcionários foram reunidos no pátio, em frente a empresa, oportunidade em que foi informado o problema e muitos choraram indignados com a situação.
Acompanhe a manifestação de Joana Chesini em ouça a notícia

Comentários