Comarca de Soledade conta com nova defensora pública
Baixar ÁudioTrata-se de Carolina de Azevedo Tatagiba Lannes, vinda do Rio de Janeiro
Foto: Letícia Nunes/Tua Rádio Cristal.
A Comarca Jurídica de Soledade possui uma nova defensora pública em atuação. Trata-se de Carolina de Azevedo Tatagiba Lannes, vinda do Rio de Janeiro, que após passar em concursos públicos para os Estados do Espírito Santo e Rio Grande do Sul, foi aprovada, mas somente nomeada para o território gaúcho, em 19/09, juntamente com mais 26 defensores.
Carolina atende em Soledade, especialmente a vara criminal, juizado especial criminal, por parte de ofensores na Lei Maria da Penha e também atua na execução penal. Além disso, a 1ª Defensoria Pública de Soledade, conta ainda com o defensor Alexandre Piccoli, que trabalha na parte da vara cível, familiar, com questões de família e consumidor,
Os dois defensores estão presentes também em Arvorezinha, todas as quartas-feiras, o dia todo, e em todas as áreas aqui mencionadas.
Já nas quintas-feiras, pelo período da manhã, a nova defensora atende no Presídio Estadual de Soledade. “Faço atendimento aos presos de modo que vamos passando pelas celas e chamamos individualmente todos aqueles que buscam o atendimento da Defensoria Pública. Conseguimos atender de 8 a 10 presos por manhã, às vezes mais ou então menos. São muitas demandas”.
Nas terças-feiras, pela manhã o atendimento é realizado na sede da Defensoria Pública, que está localizada, em frente à Rodoviária Interestadual, sendo que conforme a nova defensora o atendimento aos familiares dos detentos também se concentra neste turno, já que os presos são atendidos em loco no presídio às quintas-feiras.
A pessoa que desejar ser atendida pela Defensoria Pública em Soledade, deve agendar o seu horário, reforça Carolina. “O agendamento acontece de segunda a sexta-feira, das 09h às 18h. A pessoa deve comparecer neste horário para que seja atendida na terça-feira da próxima, semana ou quanto muito na terça-feira seguinte, o que julgo não ser um atendimento demorado, já que conforme colegas que atuam em outras cidades e com os quais converso, o atendimento leva de um mês a dois, desde a sua solicitação”, ressalta Carolina.
A defensora ainda enfatizou que mediante as várias cidades que possuía à disposição no RS, escolheu Soledade para atuar em virtude da proximidade com a capital gaúcha e por consequência a visita mais frequente a seus familiares.
Ouça no player acima, a entrevista com a nova defensora pública de Soledade e Arvorezinha.
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