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Por decisão judicial aulas na rede estadual de ensino estão suspensas no RS

Baixar Áudio por Marcus Vinicius Prates de Souza

Informação foi confirmada pela presidente do Cpers, Helenir Schürer

Foto: Divulgação

O retorno às aulas presenciais no Rio Grande do Sul a cada dia se torna mais polêmico. Isto devido a alguns anúncios realizados pelo governo do estado. Nesse sentido, a entidade ligada a categoria de educadores e profissionais da Educação tem se mobilizado em alcançado algumas decisões importantes.

A última relaciona-se com a suspensão das aulas na rede estadual de ensino, por meio de decisão judicial de ação impetrada pelo Cepers Sindicato, que defende o não retorno do ensino na modalidade presencial, em virtude da pandemia de coronavírus e alega que as escolas não possuem condições de retomada por não estarem devidamente dotadas de equipamentos, materiais de higienização e de acordo com o plano de contingência.

A presidente do Cpers Sindicato, Helenir Schürer encara a decisão como um avanço quanto as revindicações da categoria. "Nós ganhamos esta liminar, o governo tentou desconstituí-la, mas ontem o juiz novamente reafirmou esta liminar e então a partir de hoje as coordenadorias já orientam as escolas para fecharem novamente e só poderão ser abertas após a fiscalização de um agente público de preferência da área da saúde, que irá vistoriar as escolas e dizer se sanitariamente elas estão aptas a reabrir. Por enquanto estão suspensas  as aulas presenciais e continuam as aulas remotas".

Helenir destaca que o governo do Estado estaria cometendo um abuso quanto ao retorno das aulas presenciais. "O próprio governo fez uma pesquisa a fim de definir se voltava ou não às aulas e a grande maioria decidiu por não e nós também fizemos uma pesquisa com os pais e 92% disse que não deveria reabrir. As escolas que abriram aqui em Porto Alegre, as que tem 300 alunos pro exemplo, 12, voltaram à sala de aula".

Por fim, a presidente do Cpers Sindicato, enfatiza que agora torna-se totalmente responsabilidade do governo do Estado este retorno. "Agora sim foi colocado novamente no colo do governo e com justiça que ele seja responsável  pela reabertura e se houver qualquer questão de contaminação a responsabilidade passa para o governo e não mais dos diretores e muito menos do COEs das instituições de ensino".     

 

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