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Cancelamento da Feira Soledade é Joia trará mais dificuldades para os pequenos pedristas do município

Baixar Áudio por Marcus Vinicius Prates de Souza

Mesmo o com o auxílio da APPSOL alguns microempresários tiveram que fechar seus empreendimentos

Queni Deves, presidente da APPSOL
Foto: Arquivo pessoal

A pandemia causada pela Covid-19 vem penalizando os setores da economia em intensidades diferentes, em Soledade se percebem maiores dificuldades no setor pedrista, de maneira direta nas fábricas de fundo que quintal, as chamadas fabriquetas.

E para potencializar a situação negativa para estes microempresários, a Feira Soledade é Joia, que todo o ano proporcionava uma boa renda a estes profissionais durante o evento, e negócios futuros após a mesma, também em decorrência da pandemia, foi cancelada, deixando os pequenos pedristas sem perspectivas.

Para Queni Deves, presidente da Associação dos Pequenos Pedristas de Soledade (APPSOL), mesmo sendo sabedores das consequências que poderiam acontecer em relação à entidade e seus associados, “seria uma irresponsabilidade continuar com a ideia de realizar a feira diante desta epidemia”.

Queni destacou que para organizar um evento desta grandeza é necessário, no mínimo, seis meses de trabalho para que tudo fique a contento, porém, depois de diversas reuniões entre os diretores da APPESOL se observou que a pandemia ofereceria os mesmos problemas que existem na atualidade e que provavelmente o governo do estado não autorizaria a realização do evento.

Ainda sobre os pequenos Pedristas é necessário dizer que os mesmos, desde o início da pandemia, vêm sofrendo sérias consequências, no início, com os decretos municipais, ficaram impedidos de trabalhar e por consequência produzir suas mercadorias. Aliado a tudo isso, as empresas consideradas grandes, que compravam o produto final do microempresário, deixaram de adquirir as mercadorias porque também tiveram seus pedidos, oriundos do exterior, reduzidos.

“Por diversas vezes foi necessária a nossa intervenção junto aos nossos associados no intuito de auxiliá-los, seja com cestas básicas ou com a não cobrança de mensalidades, no entanto não foi o suficiente, pois alguns tiveram que fechar o seu empreendimento”, lamentou Queni.

Ouça a entrevista com Queni Deves, na íntegra, no player de áudio acima.

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