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Inspetoria Veterinária de Soledade apresenta resultado da vacinação contra a febre aftosa

Baixar Áudio por Leticia Nunes

Números foram divulgados pela médica veterinária responsável Isadora Correa

Médica veterinária responsável pela Inspetoria Veterinária de Soledade Isadora Correa
Foto: Rodolfo Tatim/Tua Rádio Cristal.

Os números apresentados pela Inspetoria Veterinária de Soledade, na avaliação realizada quanto a campanha de vacinação contra a febre aftosa, decorrida durante o último mês de maio.

Segundo a médica veterinária responsável pela Inspetoria Veterinária de Soledade Isadora Corrêa, a vacinação encerrada em 31 de maio, no RS atingiu 99% da meta preconizada pelo Ministério da Agricultura. Já em Soledade, faltou a imunização de 800 cabeças de gado, de um total de 50 mil, portanto um total aproximado de 99%.

Isadora explica que uma busca ativa tem sido efetuada quanto estes mais de 70 produtores que não vacinaram seus animais. "Nestes próximos meses estamos em busca destes inadimplentes, para que administrem a dose e infelizmente terão de arcar com as sanções previstas".

Mesmo vacinando nesta época, ou seja, fora prazo previsto, a infração existe, de acordo com a médica veterinária. "As multas para quem não cumpre o périodo de imunização, que é anualmente no mês de maio, varia de produtor para produtor, depende da quantidade animais de cada rebanho, contudo, os valores cobrados no sentido das infrações, são altos e bem significativos".

Dos mais de 70 produtores inadimplentes para com a vacina contra a febre aftosa, mais de 30 já compareceram na inspetoria veterinária de Soledade e regularizaram sua situação.

Lembrando que todos os bovinos e búfalos deveriam ser vacinados nesta primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa. A segunda ocorre anualmente no mês de novembro.

O que é a Febre Aftosa?

A febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa e de rápida disseminação, com impactos econômicos e sociais. Os últimos focos da doença no RS ocorreram em 2000 e 2001, e acarretaram graves prejuízos econômicos, como o sacrifício e abate sanitário de aproximadamente 29 mil animais e gastos de U$$ 25 milhões em custos diretos, além de perdas econômicas geradas pelo impedimento do comércio nacional e internacional de produtos de origem animal e vegetal.

 

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