Ampla negocia com governo para baixar o valor do pedágio na região
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Prefeitas e prefeitos dos municípios da região estiveram, na sexta-feira, 11/04, reunidos com o governador, Eduardo Leite, para um novo diálogo sobre a concessão de rodovias. Em entrevista para a emissora, a Presidente da Associação dos Municípios do Planalto Gaúcho - AMPLA, Jeanice de Freitas Fernandes - que é a prefeita de Camargo, explicou que no encontro foi apresentado o resultado de uma pesquisa feita com moradores dos 32 municípios da área de abrangência do bloco 2, que inclui a ERS 324. Nesta pesquisa ficou constatado que a maioria dos entrevistados se mostrou favorável à concessão das rodovias, para que se tenha obras nas mesmas.
Após a exposição dos dados, os prefeitos e prefeitas puderam se manifestar. “Nós falamos sobre a necessidade de melhorar os valores e o governador se comprometeu com isso”, disse ela, revelando que a intenção é entender se todas as intervenções previstas para a estrada são mesmo necessárias, quais as prioritárias e se alguma pode ser retirada para que, com isso, seja possível baixar os R$ 0,23 por quilômetro rodado (valor atual). “Ficou acordado que ao final da primeira quinzena de maio os municípios serão novamente chamados para uma reunião e será dada a devolutiva desse estudo com relação, principalmente, ao valor da tarifa”, disse a prefeita. Também foi solicitado um aporte (valor a ser investido) maior por parte do Estado.
Os gestores municipais também indicaram para o governo a necessidade de investimentos em melhorias de rodovias paralelas, para dar opção aos motoristas. Por exemplo, a estrada de Gentil até a BR 285; a ligação entre São Domingos do Sul, David Canabarro e Ciríaco; a ERS 132 que passa por Vila Maria, Camargo, Nova Alvorada, Itapuca, ligando essa região até a região de Soledade, na BR 386, além do acesso dessa rodovia federal por Nicolau Vergueiro. “Mas, pedimos que essas obras não sejam comtempladas agora, no bloco 2, até porque se for, vai aumentar ainda mais o valor do pedágio. Pedimos que seja feito um trabalho entre as secretarias estaduais, para que elas possam atender essas necessidades regionais”.
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