Portinho Verso e Canção projeta novo recurso para oficinas gratuitas
Projeto é realizado pelo CTG Felipe Portinho, com oficinas de canto, violão, declamação e gaita
Apesar de ter sido organizado com base no recurso da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) de 2024, o projeto Portinho Verso e Canção segue na ativa no Centro de Tradições Gaúchas Felipe Portinho. A proposta, segundo os organizadores da iniciativa, é de ampliação.
Para o Página Rosa, o diretor cultural do CTG Arthur Ficanha antecipou algumas novidades. “A gente quer ampliar esse projeto”, afirmou ao canal de jornalismo cultural. “Trazer algo que seja quantitativo em relação à entidade. Então nós estamos pensando em ampliar ele. Botar, até, algumas modalidades a mais.”
Arthur antecipou algumas das ideias que devem ser implementadas. “Algo como causo, que é uma modalidade do ENART, inclusive. E o cajón, também. Como o nosso projeto é exclusivamente tradicionalista, é voltado ao tradicionalismo, o cajón é a percussão da parte musical do tradicionalismo.”
O Portinho Verso e Canção aguarda licitação e aprovação de novo recurso para seguir com as atividades. “Via Lei Ardir Blanc, a gente executou um projeto como uma produtora de fora de Marau, a qual nos ajustou 100% do projeto para que ocorra essa ganha de causa, digamos assim. Para gente poder ter esse valor monetário para nos auxiliar.”
Da declamação ao instrumental
O Portinho Verso e Canção é um projeto com aulas gratuitas de canto, violão, declamação e gaita, sem limites de modalidades e com incentivo para a apresentação em eventos e imprensa. O projeto tem inscrições gratuitas pelo fone 54 99954-7737.
O público é amplo, como explica a secretária do projeto Daniela Pereira. “Temos duas turmas: uma infantojuvenil e outra somente de adultos – para separar as faixas etárias. Minha filha [por exemplo] faz declamação. Fui à escola esses tempos, a professora chamou minha atenção e disse que a oratória dela é boa, que ela se pronuncia bem e tem uma fala clara.”
“O nosso projeto é para todas as faixas etárias, de cinco a 80 anos”, reforça Daniela. “Uma coisa que a gente gosta de frisar bastante é que é para a população marauense, independente de identidade – se é do nosso CTG, se é do CTG vizinho, se é idoso ou se é criança, enfim, é indiferente. A gente quer agregar, a gente quer incluir as pessoas.”
A secretária do Portinho Verso e Canção ainda explicou os dados necessários para se inscrever no projeto. “Nome completo, escolaridade, data de nascimento, qual a modalidade que tem preferência. Assim, a gente dá andamento para iniciar as aulas.”
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