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Exigências e Processos para a compra de Armas de Fogo

Baixar Áudio por Taliane Radaelli

Processo leva em torno de trinta dias para ser finalizado

Foto: Reprodução / Agência Brasil

Em entrevista que concedeu à Tua Rádio Alvorada, o delegado da Polícia Civil de Marau, Norberto Rodrigues, falou sobre a Operação Safra e a busca por mais segurança no meio rural. Na ocasião, ele mencionou ser favorável à posse de arma de fogo para os agricultores, como uma medida de proteção: “até a chegada da polícia quem responde pela segurança dele, da propriedade e da família, é ele mesmo, então eu sou um incentivador do armamento civil e os agricultores têm que ter arma de fogo. Claro, tem que fazer o devido curso, tem que estar preparado para usar a arma de fogo, tem que ter o conhecimento e a habilidade”, declarou o delegado. 

Sobre o assunto, conversamos com o instrutor de tiro e especialista no assunto, Bernardo Franceschi, que nos fala sobre os processos necessários para a compra de uma arma hoje. Adquirir uma arma, de acordo com Bernardo, é “de certo modo simples”. São exigidos inicialmente alguns documentos: cópia da carteira de identidade, comprovante de residência e um comprovante de renda. Após a documentação inicial, chega a vez do teste psicológico e de tiro. Com todos os documentos em mãos é aberto o processo de compra, que leva, em média, vinte ou trinta dias para ser finalizado. 

Uma das principais etapas deste processo é o teste psicológico, que pode inclusive impedir uma pessoa de comprar a arma. De acordo com Bernardo, a loja não se envolve com o teste, apenas marca a avaliação com uma das três psicólogas marauenses  que são credenciadas pela Polícia Federal e estão aptas ao trabalho. Já o teste de tiro pode ser feito na própria União Colonial, empresa da qual Bernardo é proprietário. O teste de tiro, explica Franceschi, além de ser uma exigência, é uma oportunidade do comprador conhecer e saber qual a real sensação de ter e usar uma arma, de acordo com o instrutor, alguns clientes acabam desistindo da compra, pois não se sentem prontos para usar a arma,  e só percebem isso quando realizam o teste de tiro. 

A entrevista completa com Bernardo Franceschi, está disponível no  áudio da matéria.

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