Comissão Pró-Segurança Pública debate demandas do presídio de Lagoa Vermelha
A superlotação do presídio é uma das prioridades, sendo que a capacidade atual é de 94 vagas, porém a unidade abriga 334 apenados
Foto: Divulgação
Dando sequência na série de encontros promovidos pela Comissão Especial Pró-Segurança Pública, a Câmara de Vereadores recebeu na última quarta-feira (03) o Administrador do Presídio Estadual de Lagoa Vermelha, Antônio Roberson Ribeiro da Silva. Na ocasião, foram discutidas as principais demandas do local para encaminhamento das reinvindicações.
A superlotação do presídio é uma das prioridades. De acordo com Antônio, a capacidade atual é de 94 vagas, porém a unidade abriga 334 apenados. Também informou que o presídio se encontra parcialmente interditado em razão da superlotação, tendo estado próximo de uma interdição total.
Levando isso em consideração, o administrador afirma ser uma necessidade a construção de um novo presídio ou ampliação da estrutura existente. De acordo com ele, a última ampliação da estrutura ocorreu em 2020, aumentando a capacidade de 70 para 94 vagas, porém sem suprir a demanda atual.
Outra questão levantada é a instalação de uma tela de segurança para evitar que sejam arremessados objetos ilícitos para dentro do presídio. Antônio comenta que a medida já vem sendo discutida, porém considerando os custos altos e a prioridade na expansão da estrutura, ainda não há previsão para a implementação.
Na busca por soluções que viabilizem as reformas necessárias, foi discutida a possibilidade de se buscar apoio junto à Associação dos Municípios do Nordeste Rio-Grandense (AMUNOR), além de firmar parcerias com o poder público.
Os vereadores membros da comissão se colocaram à disposição para buscar soluções em relação às necessidades apresentadas.
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