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Doses da vacina contra a Covid-19 da Pfizer/BioNtech devem chegar ao RS em maio

por Daniel Lucas Rodrigues

Remessa ficará em Porto Alegre por motivos logísticos e de conservação, segundo governo estadual

Foto: Reuters/Dado Ruvic

O Rio Grande do Sul receberá cerca de 30 mil doses da vacina contra a Covid-19 da Pfizer/BioNtech, em maio. O anúncio foi realizado pelo Governo do Estado nesta quinta-feira (22/04). A data ainda não confirmada, mas a previsão do Ministério da Saúde é distribuir o lote no início do mês. Esta remessa será destinada apenas para Porto Alegre por questões logísticas e de conservação, segundo o Executivo estadual.

A Secretaria da Saúde (SES) explica que o imunizante precisa ser mantido congelado a uma temperatura de -80°C e tem validade de seis meses. Para transporte, será distribuído em caixa com gelo seco, onde pode ficar armazenada por até 30 dias. O gelo seco deve ser trocado a cada cinco dias. Ainda pode ser mantida por até 14 dias a -20ºC e no máximo cinco dias refrigerada entre 2°C e 8°C, no momento em que já se encontrar nos postos de saúde e casas de vacina.

Quando for levada às geladeiras comuns ou refrigeradores, não poderão ser congeladas novamente. Para a aplicação, cada frasco com seis doses deverá ser diluído com soro fisiológico injetável, e pode permanecer à temperatura ambiente por até oito horas (duas antes da diluição e seis depois). O laboratório recomenda a aplicação com um conjunto de agulha e seringa chamado de “baixo volume morto”, para ter o menor desperdício possível do líquido e os vacinadores conseguirem extrair todas as seis doses de cada frasco.

A eficácia da vacina, de acordo com o produtor, é de 95% para casos leves, moderados e graves e poderá ser aplicada em pessoas com 16 anos ou mais. Gestores e técnicos do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) participam, até esta quinta-feira (22/4), de treinamento da Pfizer para garantir a melhor distribuição, armazenagem e aplicação, porque tem algumas especificações diferentes da Coronavac e da AstraZeneca, já em uso no Brasil.

Para o esquema vacinal completo, serão necessárias duas doses com um intervalo de 21 dias ou mais. A melhor resposta, de acordo com a Pfizer, é com exatos 21 dias, mas, se passar, não há erro vacinal.

Em relação a eventos adversos associados à aplicação da vacina, são mais comuns reações leves, como dor no local da injeção, dor de cabeça e cansaço, mas sem gravidade e passaram em poucos dias nos estudos realizados.

 

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