Vice-presidente da Fecomércio-RS diz que possível reajuste do salário mínimo regional pode falir pequenas empresas do estado
A CTB-RS defende que o reajuste regional seja o mesmo aplicado ao nacional
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-RS) realizou um ato em defesa do reajuste de 11,68% do salário mínimo regional, na manhã desta quarta-feira, 03, na Praça da Matriz, em frente a Palácio Piratini. Convocados por sindicatos e federações, trabalhadores de diversas categorias foram às ruas pelo reajuste do mínimo estadual.
Conforme o vice-presidente da Fecomércio-RS, Ivanir Gasparin, o momento econômico atual não propicia a reinvindicação de aumentos. Para Gasparin, as centrais sindicais deveriam se preocupar com a redução dos empregos no Estado e não com aumento salariais. (Acompanhe em áudio)
O vice-presidente da Fecomércio-RS recordou o exemplo da empresa Robershaw, que recentemente demitiu 400 funcionários. Ivanir Gasparin justificou que o valor do salário mínimo regional, praticado no Rio Grande do Sul, é o maior do país e a solicitação pode quebrar as pequenas empresas.
A CTB-RS defende que o reajuste regional seja o mesmo aplicado ao nacional, que a partir de 1º de janeiro de 2016, passou para R$ 880,00 com variação de 11,68% sobre os R$ 788,00. Atualmente, o salário mínimo regional no Rio Grande do Sul varia de R$ 1.006,88 a R$ 1.276.
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