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Ano de 2020 deve gerar mais postos de trabalhos formais

Baixar Áudio por Clayton Camargo

Atualmente 38,683 milhões de brasileiros trabalham na informalidade

Foto: EBC

O número de pessoas que trabalham na informalidade tem crescido muito nos últimos anos, muito disso se deve ao alto número de desempregados em todo o país. No Brasil o desemprego afeta cerca de 12,6 milhões de brasileiros, e esse é um dos fatores que explicam o número alto de trabalhadores informais.(Ouça a notícia)

Uma pesquisa realizada pelo IBGE revelou que aproximadamente 38,683 milhões de brasileiros trabalham na informalidade, isso significa 41,3% da população ocupada. Esse dado mostra que para muitos brasileiros o caminho tem sido realmente procurar oportunidades no mercado, mesmo sem alguns direitos que são garantidos ao trabalhador quando se trabalha na formalidade. Vale ressaltar que o trabalho formal é a atividade profissional registrada e oficializada dentro da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, no qual o funcionário pode contar com a proteção e amparo das leis trabalhistas. Ao contrário do que acontece no trabalho informal, o indivíduo que possui carteira assinada usufrui de todas as vantagens e benefícios garantidos pela contribuição regular dos impostos.

A economista chefe da Fecomércio, Patrícia Palermo, diz acreditar que com a melhora econômica que é projetada para o ano de 2020 e que não ocorreu em 2019, pode mudar um pouco esse cenário, e fazer com que muitos migrem do informal para a formalidade.

Em Caxias do Sul a perspectiva não é diferente, para o presidente da CDL, Ivonei Pioner assim como Patrícia, acredita na melhora na economia nacional e regional, com esse crescimento na economia a geração de empregos deve crescer em Caxias e fazer com que os caxienses também voltem a trabalhar na formalidade.

Os números do IBGE revelam também que a renda média dos trabalhadores informais é bem inferior à dos empregados com carteira assinada.

 No trimestre encerrado em julho, o rendimento médio real do empregado com carteira assinada foi de R$ 2.169, ao que a do trabalhador sem carteira foi de R$ 1.427 e a da conta própria sem CNPJ foi de R$ 1.312.

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