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Presidente da Fundação de Assistência Social afirma que soube da chegada de estrangeiros pela imprensa ou entidades religiosas

por Vania Cassol

Marlês Andreazza cobra iniciativa do governo federal

A chegada de cinco senegaleses na terça-feira, 26/5, e de outros 30 na semana passada não foi comunicada à Fundação de Assistência Social, FAS, de Caxias do Sul. A presidente, Marlês Andreazza, afirma que soube pela imprensa e reitera que a prefeitura disponibiliza a Casa de Passagem Carlos Miguel e a Casa São Francisco de Assis para o acolhimento desses imigrantes. Ela relata entretanto que, pela atual situação econômico-financeira, os locais estariam frequentemente lotados. Marlês não menciona a ampliação de ações do município, mas cobra uma organização federal.

Conforme Marlês, os senegaleses da cidade estão organizados e eles mesmos acolhem os conterrâneos. Ela estima que entre haitianos e senegaleses aproximadamente cinco mil estejam vivendo em Caxias do Sul, mas somente parte deles tem cadastro junto a FAS.

As entidades ligadas ao acolhimento de estrangeiros na cidade já realizaram um encontro planejando ações pensando na Olimpíada de 2016, momento em que mais imigrantes devem chegar ao país.

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