Entrevista com o médico veterinário Tiago Luís Pretto
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A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) concluiu que os dois casos de encefalopatia espongiforme bovina, conhecida como o mal da vaca louca, detectados em frigoríficos de Minas Gerais e de Mato Grosso, não representam risco para a cadeia de produção bovina. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os casos ocorreram de forma independente e isolada. De acordo com o ministério, o Brasil mantém sua classificação como país de risco insignificante para a doença, não justificando qualquer impacto no comércio de animais e seus produtos e subprodutos.
Nesta entrevista, o médico veterinário Tiago Luís Pretto, especialista em Inspeção de Produtos de Origem Animal e mestre em Engenharia da Produção, fala sobre o assunto. Ele e o responsável técnico pelo Frigorífico Rodeio de Marau e conversa com o jornalista José Maculan.
