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Os desafios dos migrantes que estão em Vacaria em busca de melhores condições de vida

por Neto Ferreira

Estrangeiros de pelo menos cinco países estão no município tentando trilhar novos caminhos

Foto: Tua Rádio

A 36ª Semana Nacional do Migrante promovida pela CNBB ocorre de 13 a 20 de junho com o tema “Migração e diálogo” e o lema “Quem bate à nossa porta?”.

Em Vacaria, a Diocese Nossa Senhora da Oliveira promove diversas ações ao longo dos dias através da Pastoral do Migrante. É realizado um trabalho de apoio à todos os estrangeiros que chegam ao município em busca de uma vida melhor.

A secretária da Pastoral, Pauliane Biazus Soranso, fala sobre o auxílio que é prestado aos migrantes. Questões como documentação, comida, emprego, roupas, móveis, residência são orientadas pela pastoral. Neste sábado, 19/06, haverá a entrega das doações recebidas de agasalhos, cobertores e roupas de cama, das 13h às 17h.

O presidente da Associação de Haitianos de Vacaria, Jerry Costume, está há três anos no município. Atualmente ele trabalha na lavanderia do Hospital Nossa Senhora da Oliveira. Ele veio ao Brasil para realizar o sonho de concluir o curso superior de radiologia. Jerry afirma que os haitianos amam o Brasil, inclusive cita que, quando há jogos da seleção brasileira, muitos param até o trabalho para poder torcer e depois retomam a rotina.

Ele fala que a adaptação não foi fácil, principalmente na questão do clima. Mas que com o apoio dos vacarianos e dos demais companheiros haitianos, vive uma boa vida na cidade.

Outro migrante que reside em Vacaria é o venezuelano José Rafael Garcia. Ele trabalhou 28 anos como policial militar da Guarda Nacional da Venezuela. Veio para o Brasil juntamente com a esposa e três filhos, buscando melhores condições de vida. Conforme José, a situação era crítica, inclusive chegando passar fome em muitas oportunidades. Atualmente ele atua como servente de construção civil, algo que nunca havia feito na vida. Mas afirma que, se é feito com o coração, tudo pode dar certo.

Mais de mil haitianos, cerca de 150 venezuelanos, ainda cubanos, africanos e até mesmo indianos residem e trabalham em Vacaria.

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