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Governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura, estuda medidas para amenizar a crise provocada pela estiagem

Baixar Áudio por Rudimar Galvan
Foto: Divulgação

De acordo com o secretário da Agricultura, Covatti Filho, as medidas contemplam pauta elaborada pela Secretaria, em conjunto com entidades do agro gaúcho. Conforme Covatti, com diagnóstico preliminar das perdas no campo e a preocupação com a situação dos produtores rurais, foram elaboradas propostas junto ao governo federal para minimizar os efeitos da falta de chuvas e, agora, fomos atendidos. É um alívio para nós, mas principalmente para o produtor”,

Para produtores afetados pela estiagem

1. Renegociação das dívidas de custeio, podendo ser parcelados em até sete anos.

2. Prorrogação das dívidas de investimentos para depois da última parcela do contrato.

3. Abertura de linhas de créditos para cooperativas de até R$ 65 milhões por tomador, com prazo de até quatro anos para pagamento;

4. Agilizar as licenças da Fepam  para perfuração de poços artesianos e construção de micro açudes em municípios que decretaram situação de emergência;

Para produtores afetados pelo coronavírus

1. Prorrogação de dívidas de custeio e investimento de todos os produtores até o dia 15 de agosto de 2020;

2. Abertura de linha de crédito emergencial de R$ 20 mil para produtores do Pronaf e R$ 40 mil para produtores Pronamp que trabalham com culturas de hortifrútis, flores, leite, pesca e aquicultura, com prazo de pagamento em até três anos e aplicação de juros já praticados pelos dois programas;

3. Recursos para comercialização para cooperativas, cerealistas e agroindústrias de até R$ 65 milhões por tomador por meio do Financiamento para Garantia de Preços ao Produtor (FGPP).

A Pauta do Rio Grande do Sul havia sido encaminhada à ministra da Agricultura, Tereza Criztina

Mais da metade dos municípios gaúchos já decretou situação de emergência por problemas causados pela estiagem. As perdas nas lavouras já chegam a 45% em algumas culturas, como a da soja. Em relação ao milho, a produção deve ser 30% menor, mesmo percentual da safra da maçã. A alta do dólar e a pandemia do coronavírus deixam a situação ainda mais alarmante.

Segundo Covatti, o monitoramento da seca vai continuar e, caso necessite de novas medidas, serão discutidas pelo grupo de trabalho que conta com representantes da Secretaria da Agricultura, governo federal e entidades do agro. O Programa de Sementes Forrageiras tem previstos R$ 6,6 milhões  de subsidios ao produtor 30% do valor das sementes a serem utilizadas na formação de pastagens de inverno e verão para alimentação dos rebanhos. O Troca-Troca de Sementes de o prazo dos contratos prorrogado para 31 de maio.

Ouça entrevista do Secretário de Agricultura, Covatti Filho:

 

 

 

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