Cresce a economia, crescem os gastos do Congresso Nacional
O Brasil iniciou o ano de 2025 sob forte pessimismo despejado pela mídia hegemônica brasileira, que historicamente age aliada aos mandatários do mercado e aos seus parceiros de negócios. Por trás do pessimismo da mídia, grupos econômicos ganham milhões com a desconfiança da opinião pública sobre a economia do Brasil. Mas, o Brasil pode mudar para o bem do povo brasileiro.
O crescimento econômico do Brasil em 2025 tem se mostrado promissor, com projeções indicando um aumento do PIB e um potencial de avanços significativos em diversos setores. O crescimento de 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre contrapôs às projeções pessimistas em relação à política econômica do governo federal.
Para os economistas independentes é difícil discernir qual o evento mais notável do crescimento da economia do país. O crescimento de 1,4% do trimestre coloca o Brasil como a segunda economia no ranking de performance entre os países membros e parceiros da Organização para a Cooperação Econômica e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), ficando atrás apenas da Polônia.
Os economistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) dizem que “o Brasil, com seu potencial econômico, busca um futuro de crescimento sustentável e justo. O país tem demonstrado resiliência, com o PIB crescendo e abrindo portas para novas oportunidades de investimento”.
A ministra do planejamento, Simone Tebet, afirmou que não há hipótese para haver um crescimento abaixo dos 2,8% neste ano. E critica os especialistas de 140 instituições que integram o boletim Focus do Banco Central que erraram em suas projeções. Suas previsões destrambelhadas, não apenas prejudicaram os clientes de seus bancos, mas ajudaram a rebaixar artificialmente expectativas e investimentos no país. Estas previsões econômicas buscam influenciar os ambientes e as tomadas de decisões que afetam o desenvolvimento do país e das famílias.
Mesmo operando com o “freio de mão puxado” pelos juros exorbitantemente impostos pelo Banco Central, a economia sob o governo federal mostra solidez. Os juros brasileiros continuam sendo o segundo ou o terceiro mais alto do mundo, o crédito é restrito e o investimento do governo está limitado pela questão fiscal. O governo está tendo que fazer cortes para cumprir o arcabouço fiscal a que se comprometeu.
Os números de crescimento despontam na indústria, no investimento, que subiram 1,45% no primeiro trimestre. A taxa de investimento no Brasil acelerou, atingindo cerca de 18% do PIB, a maior em uma década, e aproximando-se do ideal de 20%. O crescimento nos investimentos em bens de capital, máquinas, equipamentos e construção civil é sinal positivo.
O desemprego segue em queda e apresenta a menor taxa em uma década, 6,2%. Neste ano o país deve criar 2 milhões de vagas formais de trabalho, com carteira assinada. No comércio exterior, o superávit da balança comercial segue forte, passando de US$ 80 bilhões de 2024, conclui a ministra do planejamento.
O vice-presidente da república, Geraldo Alckmin, diz que o crescimento que está ocorrendo é puxado por industrialização, investimento e um bom consumo, principalmente das famílias. O desempenho da indústria, a taxa de ocupação e de consumo crescendo, gera emprego e melhora a situação social das famílias.
Estes bons números, certamente não caíram dos céus, nem vieram dos pessimistas, mas da boa gestão econômica do governo Lula, Haddad, Tebet e equipe, de milhões de brasileiros que apostaram no Brasil e na sua política econômica. A boa nova da economia brasileira advém de uma gestão exemplar, baseada em evidências, livre de amarras ideológicas que empesteiam o pensamento econômico conservador brasileiro e a mídia que se ajoelha diante do mesmo credo, diz Geraldo Alckmin.
Mas, o crescimento da economia parece não ser o suficiente para os grupos empoderados do Brasil. Esse grupo empoderado, que sempre se aproveitou da economia do país, não escondem, é nos bastidores e em público, que são agentes do mercado que se apressam a demandar elevação de maiores taxas de juros, porque são os beneficiados dessa cobrança exorbitante.
Os gastos do Congresso Nacional, incluindo aposentadorias e pensões, representam uma parcela significativa da economia brasileira, com estudos indicando um excesso de gastos que pode variar entre 20% a 31% do total da receita do país. Se comparados os gastos do Congresso Nacional com outros países, o Brasil fica atrás apenas da Itália.
Cada parlamentar custa aos cofres públicos um valor que pode ser equivalente a 528 vezes a renda de um brasileiro. Além do salário, os parlamentares contam com verbas para contratar até 25 secretários, que podem gerar um custo mensal de até R$ 106 mil por parlamentar.
O crescimento da economia salta aos olhos dos parlamentares, a ponto de, no dia 25 de junho, aprovarem o Projeto Lei (PLP 177/2023), aumentando o número de deputados, passando dos atuais 513 para 531, proposta a partir das eleições de 2026. O projeto foi aprovado com 41 votos favoráveis e 33 contrários. Com o aumento do número de deputados da Câmara Federal todos nós sabemos das consequências para o povo brasileiro.

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