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Frei Sérgio Dal Moro celebra 50 anos de sacerdócio

Baixar Áudio por Luiz Calderan

Natural de Sananduva, Frei Sérgio contou sobre a trajetória religiosa

Celebração na igreja São Paulo, Linha Mão Curta
Foto: Arquivo pessoal/reprodução

Uma história que começou ainda na infância. Recentemente, o frei Sérgio Dal Moro, natural de Sananduva, celebrou os seus 50 anos de ordenação sacerdotal. A Tua Rádio Cacique entrevistou o frade, que hoje reside na Fraternidade Santa Maria-RS, mas já teve passagens pela Europa e continua dedicando-se à vocação. Ouça a entrevista completa.

A vida religiosa do frei iniciou cedo, quando tinha aproximadamente oito anos de idade, segundo ele mesmo relata. Ao receber o sacramento da comunhão foi indagado pelo padre sobre a profissão que teria quando adulto. "A minha resposta foi: 'eu vou ser padre'. Não sei explicar do ponto de vista racional, mas sei que foi Deus que botou isso no coração". E não demorou para que o frei Sérgio buscasse a formação. “Com 10 anos eu saí de casa. Dá para acreditar? Fico pensando como é que um guri de 10 anos sai de casa, deixa pai, deixa mãe, deixa a família para estudar no seminário. Embarquei na comunidade dos Três Pinheiros, em uma cabine de caminhão que era conduzida por Rovilho Basso, que depois virou prefeito de Sananduva, e fui até Vila Flores", conta.

Após experiências em Vila Flores, Veranópolis, Marau, Garibaldi, a faculdade de Filosofia em Ijuí e o estudo da Teologia na capital Porto Alegre, o frei Sério Dal Moro foi ordenado pelo Bispo Dom Henrique Gelain em 30 de dezembro de 1973 na igreja São João Batista, em Sananduva. “Sem dúvida nenhuma é Deus que chama. No dia 1º de janeiro de 1974 rezei a minha primeira missa, na igreja São Paulo da Linha Mão Curta, interior de Sananduva”, completa. 

Durante anos o frei Sérgio residiu na Itália, exercendo o papel de Conselheiro Geral da Ordem dos Capuchinhos para o Brasil. E teve o prazer de conhecer o Papa Francisco. “Por duas vezes tive a oportunidade de saudar pessoalmente o Papa Francisco e trocar algumas palavras. Lembro, por exemplo, que uma das vezes que eu me encontrei com ele, disse a ele que estava em Porto Alegre anteriormente, perto da Argentina, ele disse assim: 'me saúde o bispo de Porto Alegre, Jaime Spengler'. Isso me impressionou. Ele é sempre atencioso, gentil, fala contigo olhando nos olhos".

E em janeiro deste ano, o frei retornou para a Linha Mão Curta, exaltando os 50 anos como pároco. “Foi ótimo retornar às minhas raízes. Raízes existenciais, raízes da fé. Raízes sociais incluisve, pois foi ali que comecei a minha vida. No retorno para Sananduva encontrei a nossa casinha, uma laranjeira que o meu pai havia plantado em 1939, e assim também foi uma espécie de retorno à minha história". 

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