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Radar das Eleições: PSC pretende eleger vereadores com ideais baseados na família

Baixar Áudio por Rodrigo Fischer

O décimo episódio ainda traz a coligação feita pelo partido com o PTB e o PSDB

Pedro Rodrigues é presidente municipal do PSC
Foto: Franciele Masochi Lorenzett/Divulgação

A décima sigla abordada no quadro “Radar das Eleições” é o Partido Social Cristão (PSC). No cenário para o ano que vem, a legenda trabalha em apenas um objetivo: eleger três nomes à Câmara de Vereadores. A lista dos pré-candidatos não traz um nome influente em Caxias do Sul, muito menos com experiência política.

O partido conta com 28 postulantes ao Legislativo. A intenção é montar uma bancada que difunda os ideais do PSC, que são baseados na família e no conservadorismo. A afirmação vai ao encontro do que pensa o presidente municipal da legenda, Pedro Rodrigues.

“Devem seguir as ideologias do nosso partido. O PSC é de direita e conservador. Nosso slogan é a família, ou seja, o ser humano em primeiro lugar. Quando falamos em família, abordamos tudo que uma precisa: segurança, educação, saúde, trabalho e estrutura familiar.”, avalia.

Quanto ao Executivo, o partido nega qualquer pretensão em lançar um candidato. As ações estão voltadas nas coligações, uma vez que as alianças refletem em maiores possibilidades de voto a uma chapa. E essa justificativa culminou em tratativas com duas legendas: o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e o Partido Social da Democracia Brasileira (PSDB), que devem lançar uma chapa juntos, com o Adiló Didomenico (PTB) para prefeito e Paula Ioris (PSDB) para vice.

Antes de fechar com as siglas, a legenda conversou com o Partido Social Democrático (PSD), na figura do presidente municipal e vereador, Kiko Girardi. A aproximação ocorreu por causa de Rodrigues, uma vez que é amigo do parlamentar, mas o acordo não avançou. O líder do PSC afirma que os ideais e a experiência política de Adiló Didomenico chamaram mais a atenção. Ele visualiza que o político é conservador.

“Conversando com eles [PTB e PSDB] e com seu Adiló [Didomenico], uma coisa que me prende a atenção e me deixa em paz é que o parlamentar é um homem experimentado na política, de um currículo extraordinário e um conservador. Ele [Adiló] não vai fazer nenhuma loucura. É de pulso firme, não é a velha política ou essa nova [política] que veio prometendo um monte de coisa.”, comenta.

Atualmente, o partido possui cerca de 500 filiados, que discutem uma maior presença de nomes na Câmara de Vereadores. Os debates envolvem a mesma vontade da legenda em apoiar um candidato a prefeito que compartilhe dos ideais partidários.

(Ouça as entrevistas no "Ouvir notícia" abaixo da manchete).

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