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Caxias registra crescimento econômico de 2% em abril, mas comércio tem terceiro mês de queda no ano

por Daniel Lucas Rodrigues

Mês ainda não contabiliza as consequências das fortes chuvas no RS, que deve entrar na próxima divulgação. Em abril, serviços e indústria puxaram saldo positivo

Foto: Alencar Turella/CDL Caxias/Divulgação

O mês de abril registrou um crescimento de 2% na economia de Caxias do Sul em comparação a março deste ano. O desempenho positivo foi puxado pelos setores de Serviços, que cresceu 3,8%, e da Indústria, que teve um aumento de 2%. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (13/06) pela Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC Caxias) e Câmara dos Dirigentes Lojistas de Caxias do Sul (CDL Caxias).

Em contrapartida, o setor de Comércio apresentou uma leve retração de -0,9%. Este é o terceiro mês do ano de taxa negativa, com exceção de março, que indicou elevação de 2,40%. Para a Assessoria de Economia e Estatística da CDL Caxias o encolhimento nas vendas em abril se deu mesmo com a manutenção da queda na taxa básica de juros e a desaceleração da inflação. Um outro motivo foi a Páscoa ser comemorada mais cedo, ainda em março, o que contribuiu para que o resultado em abril ficasse abaixo do mês anterior.

De acordo com a Assessoria, o que preocupa é a tendência de bastante dificuldades nos próximos meses, devido à tragédia climática que afetou o Estado e, consequentemente, Caxias. Esse fenômeno deverá reduzir as vendas nos próximos meses.

Conforme a diretoria de Planejamento, Economia e Estatística da CIC Caxias, abril ainda não recebe as consequências das fortes chuvas de maio. Ainda não se tem dimensão de quanto a crise vai influenciar a Serra Gaúcha, e se os efeitos climáticos serão negativos ou positivos para a economia.

Em abril, Caxias do Sul manteve um estoque de 169.291 empregos, com 9.523 admissões e 8.258 desligamentos, resultando na geração de 1.265 novos empregos formais. Assim, a cidade possui mais de 169 mil postos de trabalho. A Indústria foi o setor que mais contratou, criando 901 vagas, enquanto o setor de Agropecuária registrou um saldo negativo, com a perda de 240 postos no período.

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