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Inteligência artificial julga se pessoa é culpada ou inocente por meio da análise do rosto

por Eduardo Borile Junior

Os resultados foram, no mínimo, curiosos.

Ficção ou realidade? Filme Minority Report,. de 2002, apresentava o ano de 2054, onde o "Pré-Crime" era identificado por um departamento de polícia especializada.
Foto: DreamWorks | Divulgação

Qual o limite da tecnologia?

Pesquisadores da Shanghai Jiao Tong University realizaram um estudo para verificar se a inteligência artificial consegue identificar se as pessoas são criminosas, ou não, apenas pelos seus traços físicos. E os resultados foram, no mínimo, curiosos.

Para a inteligência artificial, pessoas com bocas menores, mais curvas nos lábios superiores e olhos mais juntos são mais propensas a serem criminosas. Para chegar às conclusões, o sistema analisou 1.856 rostos de homens com idades entre 18 e 55 anos. 730 fotos pertenciam a criminosos, mas não eram fotos deles na cadeia.

De acordo com os cientistas, os classificadores conseguiram executar a tarefa de maneira consistente e produziram provas para que fossem comprovadas a validade, apesar da controvérsia histórica a respeito do tema (é claro!)

Obviamente, o tema, é bastante polêmico. Durante as experiências, o sistema julgou pessoas inocentes como culpadas. O contrário também aconteceu. A maior preocupação é que, caso seja utilizado nos tribunais, o sistema condene pessoas que não cometeram crimes.

Você acredita quer no futuro essa tecnologia vai ser usada? Comente abaixo.

Via Olhar Digital

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