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Projeto Hospedagem Solidária, em Caxias do Sul, necessita de doações de calçados e roupas de inverno masculinas

por Isadora Helena Martins

Os itens podem ser entregues na secretaria da Paróquia Sagrada Família

Foto: Divulgação / Pe. Elton Aristides

Com o intuito de dar um acolhimento especializado e humanizado às pessoas em situação de rua durante o inverno caxiense, o projeto Hospedagem Solidária foi posto em prática pelo terceiro ano consecutivo. A ação iniciou em 07 de julho e deve seguir até o mês de setembro.

O objetivo do projeto da Diocese de Caxias do Sul coordenado pela Pastoral da Pessoa em Situação de Rua é oportunizar um espaço onde os acolhidos possam passar a noite, com fornecimento de janta e café da manhã. Todos os mantimentos para produzir as refeições, bem como itens de higiene e limpeza, provêm de doações da comunidade. Neste momento, os artigos mais necessários são calçados e roupas de inverno masculinas. Durante entrevista na Tua Rádio São Francisco, a coordenadora do projeto, Maria Teresinha Mandelli Grasselli, salientou que preferencialmente sejam doados tênis. “Eles caminham muito, então precisamos de tênis e roupas de inverno como malhas, blusão, jaquetas”. As doações podem ser entregues na secretaria da Paróquia Sagrada Família, das 8h às 11h30 e das 13h30 às 18h, de segunda à sexta-feira. 

Atendimento é adaptado para prevenir contaminação pela Covid-19

A Hospedagem Solidária tem parceria com o Centro Pop Rua da Fundação de Assistência Social (FAS) e com a ONG Médicos de Rua que buscam prestar assistência completa no intuito de gerar oportunidades para que as pessoas possam sair da rua.

O espaço montado no salão da Paróquia Sagrada Família tem capacidade para acolher 65 pessoas, dentro de todas as recomendações e protocolos de distanciamento devido à Covid-19. Porém, em duas semanas e meia de funcionamento a procura foi baixa, com cerca de 25 acolhidos por noite. Segundo a coordenadora do projeto, Tere Mandelli, como é chamada,o momento desperta a sensibilidade da população que auxilia os moradores de rua com alimentos e dinheiro. “Eu vejo que isso faz com que eles fiquem na rua e não estão tendo essa força interior para se deslocar até a Sagrada Família. Mas nós precisamos de uma rede de apoio para poder reverter essa situação, para que eles vejam que o lugar deles não é na rua”, explicou.

Durante a entrevista, ela também afirmou que todo o processo de acolhimento está devidamente adaptado para garantir a saúde dos moradores de rua e dos mais de 140 voluntários. Ouça a entrevista completa AQUI.

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