Esclerose múltipla atinge principalmente mulheres entre 20 e 40 anos, diz especialista
Baixar ÁudioNeurologista fala sobre o assunto
A esclerose múltipla é uma doença crônica, autoimune, que afeta o cérebro, olhos e medula espinhal. Ela é multifatorial: pode ser causada por uma predisposição genética, desencadeada por um processo infeccioso ou por um fator ambiental, como a deficiência da vitamina D. A boa notícia é que, embora não tenha cura, é possível tratar a esclerose múltipla e controlar os possíveis surtos e consequentemente, as sequelas. Atualmente os tratamentos são de uso contínuo, mas já existem drogas em estudo para uso em curto prazo.
Quanto antes o diagnóstico for realizado, melhores as condições de tratamento e controle da doença.
A conscientização da população sobre a esclerose múltipla é de extrema importância pois, muitas vezes, é confundida com outras doenças, seja pela denominação ou pelos sintomas. A esclerose lateral amiotrófica (ELA) tornou-se conhecida pela história do físico britânico Stephen Hawking. No entanto, é uma doença mais grave e que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e causa paralisia irreversível.
O alerta sobre os sintomas, no entanto, vale para que a população não deixe de buscar atendimento médico. A neurologista que atua no Hospital Marcelino Champagnat, Patrícia Coral, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na manhã desta segunda-feira. Confira na íntegra.
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