Psicóloga explica como evitar a ansiedade de desempenho
A coordenadora do curso de Psicologia da Anhanguera, Fernanda Garcia, falou sobre o tema durante entrevista na Tua Rádio São Francisco
A mudança na rotina, a impossibilidade de realizar algumas atividades como era de costume e a convivência diária com o medo de contaminação por uma doença invisível gera impactos na saúde mental. Um dos efeitos que tem sido bastante comum durante a pandemia do novo coronavírus é a ansiedade.
Com o trabalho remoto, e por vezes até um tempo maior de ociosidade devido o distanciamento social também pode gerar a chamada ansiedade de desempenho. Esse é o efeito que pode ser definido como uma cobrança pessoal que exige uma performance muito acima da avaliação que uma pessoa faz sobre ela mesma, tendo como característica principal as exigências e críticas pessoais excessivas, além do perfeccionismo, que pode aparecer no trabalho, nos relacionamentos e até mesmo na vida sexual.
Durante entrevista na Tua Rádio São Francisco, a psicóloga e coordenadora do curso de Psicologia da Anhanguera de Caxias do Sul, Fernanda Garcia, explicou quais são os sintomas: " A ansiedade se apresenta com respostas físicas e psíquicas. Na forma física a gente tem respiração acelerada, dor no peito, tremores, sudorese. Nos sintomas psíquicos a gente tem o sofrimento de modo geral que gera o choro, o medo e a angústia".
A especialista também deu dicas de como prevenir a ansiedade de desempenho. Ouça AQUI.
Dia do Psicólogo
Nesta quinta-feira (27) também é lembrado o Dia do Psicólogo. A data lembra a sanção da Lei nº 4.119, que dispõe sobre a profissão de psicólogo, assinada pelo presidente João Goulart em 27 de agosto de 1962.
A profissão de psicólogo se faz cada vez mais necessária na medida em que as relações e a vida em sociedade se tornam mais complexas. Em tempos de pandemia, os profissionais acabam sendo ainda mais requisitados. Porém as restrições também impuseram necessidade de adaptações no atendimento.
Com as medidas preventivas para evitar o contágio da covid-19 e o aumento da procura por esses profissionais, as consultas online se tornaram comuns. Segundo o Conselho Federal de Psicologia, 51.747 novos profissionais solicitaram entre março e abril a autorização para atendimentos virtuais - número recorde até o momento.
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