Chefe de gabinete diz que prefeitura não tem recursos para abrir procedimento que garantiria atendimento às crianças da APAE
Presidente da entidade cobra iniciativa da prefeitura para encaminhar solução efetiva
A falta de um chamamento público ou mesmo de estrutura adequada para o atendimento dos alunos com necessidades especiais acolhidos pela APAE a partir da não renovação do convênio para a área de saúde está gerando descontentamento e preocupação aos administradores da instituição. O recurso é para os serviços de fonoaudiologia e fisioterapia.
O convênio da prefeitura que repassava cerca de R$ 188 mil anualmente e encerrou em dezembro de 2016. A presidente da APAE, Fátima Randon, cobra da prefeitura um apontamento de opção viável para a continuidade do atendimento. Ela afirma que as UBSs não têm condições de prestar o serviço que o perfil de usuário da entidade precisa.
O chefe de gabinete, Júlio Cesar Freitas da Rosa, explica que a prefeitura enfrenta dificuldade para repassar esse recurso pela mudança na legislação e a falta de dinheiro, ainda mais com o sequestro de valores no processo da família Magnabosco.
Na Câmara, o vereador Rafael Bueno criticou o posicionamento do prefeito lembrando-se de um discurso de Guerra em 2013, quando também era legislador.
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