Liminar que reduz parcela de dívida do estado com a União não repercutiu na saúde, afirma presidente da Federação das Santas Casas
Desde abril o governo do estado tem suas contas protegidas com uma liminar do Supremo Tribunal Federal que reduz o valor da parcela da dívida e garante que os recursos não sejam bloqueadas, mesmo assim uma das áreas que mais afeta a população, a saúde, ainda não recebeu os valores em atraso. De acordo com o presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do Rio Grande do Sul, Francisco Ferrer, o estado deve R$ 140 milhões para os hospitais.
Conforme Ferrer, um levantamento da Federação aponta que a maioria dos hospitais está atrasando pagamentos e um número expressivo, reduzindo atendimentos.
Até o fechamento da matéria o governo do estado não deu retorno sobre o repasse dos valores devidos aos hospitais.
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