Foi um “trabalho de guerra” resume presidente da Fundação Caxias sobre a mobilização voluntária durante as enchentes
Euclides Sirena avaliou a articulação um ano após a cheia que afetou cerca de 2,4 milhões de pessoas
A enchente histórica completou um ano. Teve início nos últimos dias de abril e se estendeu pelo mês de maio.
No auge do problema, iniciativas voluntárias deram conta de acolher milhares de pessoas. Outras tantas buscaram teto em casas de amigos ou parentes. Escolas e sede de entidades viraram abrigos improvisados em diversas cidades gaúchas.
O número total de desalojados chegou a 537 mil em todo o Rio Grande do Sul e um ano depois, ainda há cerca de 400 pessoas em abrigos públicos gaúchos.
Em Caxias do Sul, foram 50 dias de mobilização que tiveram como “QG” o Seminário Diocesano Nossa Senhora Aparecida e concentrou a articulação de várias organizações como Defesa Civil, Bombeiros, Rotary, Lions, Parceiros Voluntários, Cruz Vermelha, Correios, Escoteiros e contou com o apoio de hospitais, universidades e faculdades – todos sob a liderança reconhecida da Fundação Caxias na figura do presidente Euclides Sirena. Nesse período, foram arrecadadas 930 toneladas de alimentos, 6 milhões de peças de roupas, 18 mil colchões, 17 toneladas de ração, 2,3 milhões de litros de água, 29 mil kits de material de limpeza e 30 mil kits de higiene pessoal. Além de Caxias, os donativos atenderam cidades da Serra, Vale do Taquari, Porto Alegre e Região Metropolitana.
Sirena falou sobre o fato histórico em entrevista à Rádio São Francisco hoje. Confira o conteúdo completo clicando (aqui).
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