Projeto Cartela do Bem reforça orientações e pede atenção na separação de materiais em Caxias
Iniciativa solidária agradece apoio da comunidade, mas alerta que o envio de medicamentos junto às cartelas compromete a reutilização e o trabalho social
A campanha Cartela do Bem segue mobilizando a comunidade e acumulando resultados positivos, sendo descrita por seus organizadores como uma verdadeira bênção. A iniciativa, que incentiva a coleta de cartelas vazias de medicamentos para destinação correta e apoio a ações sociais, tem recebido grande adesão popular, com doações encaminhadas ao projeto Mão Amiga.
Em manifestação recente, os responsáveis pela campanha agradeceram à multidão de pessoas que se dedicam a recolher as cartelas e contribuir com a causa, destacando o gesto solidário e o impacto coletivo da ação. No entanto, também foi feito um alerta importante: tem sido recorrente a chegada de cartelas ainda com medicamentos, o que acaba inviabilizando o reaproveitamento das demais embalagens que estão no mesmo pacote.
Segundo o Frei Jaime Bettega, a presença de medicamentos junto às cartelas vazias impede o processo correto de reutilização e descarte, comprometendo parte do material arrecadado. Por isso, o projeto reforça que a separação adequada é essencial e faz parte do compromisso com a causa. “A separação correta é uma questão de amor e também de consciência”, destaca a mensagem divulgada nas redes sociais.
Apesar do desafio, a Cartela do Bem continua ativa e em pleno funcionamento. Os organizadores ressaltam que a campanha segue “a todo vapor”, mas pedem maior atenção por parte dos doadores para que todo o esforço coletivo não seja prejudicado.
Pontos de coleta e materiais aceitos
Em Caxias do Sul, a Cartela do Bem conta com pontos fixos de arrecadação. As cartelas vazias podem ser entregues nas Ecotendas do Andreazza, localizadas nos bairros Bela Vista, Kayser e Passeio Norte, além da Ecotenda da Igreja dos Capuchinhos, junto à Secretaria Paroquial.
Além das cartelas, os pontos de coleta também recebem plásticos, potes, embalagens, vidros e papelão. A organização reforça que não são aceitos resíduos hospitalares, como seringas, agulhas ou medicamentos, que devem receber descarte específico.
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