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Emater divulga preliminar sobre situação das culturas após as intensas chuvas

por Ana Lúcia Jacomini

As informações se referem ao período de 23 e 31 de maio e levou em conta informações de 456 municípios do RS

O total de produtores atingidos nessas atividades soma 5.300.
Foto: Divulgação EMATER/ Ascar

A gerência de planejamento da Emater/RS fez levantamento preliminar sobre as consequências resultantes das intensas chuvas ocorridas na última semana. Trata-se de prejuízos consolidados até o final de semana, podendo ser alterados na medida em que as condições meteorológicas adversas continuem ao longo dos próximos dias. As informações se referem ao período de 23 e 31 de maio e levou em conta informações de 456 municípios do RS, entre os quais 177 informaram perdas e 279 informaram que não houve danos significativos. 

Em termos de produção agrícola, o levantamento indica que dos 83as0 mil hectares cultivados com os principais grãos de verão e inverno (por colher ou a plantar, respectivamente), 75 mil hectares foram afetados, resultando em aproximadamente 110 mil toneladas perdidas ou com sua qualidade prejudicada, acentuando que o milho, a soja e o trigo são as culturas mais afetadas. O total de produtores atingidos nessas atividades soma 5.300.

Com relação à produção de frutas, 200 produtores tiveram 1.500 hectares atingidos, que resultaram em 2.900 toneladas de produto perdido ou comprometido em sua qualidade, especialmente frutas cítricas (laranja e bergamota) e caqui. Na horticultura, 3.700 produtores tiveram sua produção olerícola prejudicada, em especial 1.102 produtores de folhosas (alface, couve, repolho etc.), que perderam 916 toneladas de produto.

Na pecuária a atividade mais prejudicada foi a produção de leite. Mais de 18 mil produtores, além de inúmeras usinas de beneficiamento, deixaram de coletar 13,8 milhões de litros, correspondendo a aproximadamente 14% da produção do estado no mesmo período, quer por problemas no escoamento da produção (estradas danificadas), quer pelo desconforto animal devido à inacessibilidade ao consumo forrageiro. Nas pastagens, 780 mil hectares, entre cultivadas e nativas, tiveram suas áreas inundadas, diminuindo a capacidade de suporte, bem como a qualidade da forragem.

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