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Polícia Civil esclarece chacina em Passo Fundo e prende acusados

por Rudimar Galvan
Foto: Divulgação

Na manhã deste sábado (27), a Polícia Civil de Passo Fundo deu um passo importante na investigação de um triplo homicídio registrado naquele município. O crime ocorreu na noite do dia 19 de maio deste ano, no interior de uma residência localizada na Rua Ernesto Ferron. Naquela ocasião, Alessandro dos Santos, Dieniffer Padia e a adolescente Ketlyn Padia, foram mortos estrangulados com lacres plásticos.

Os policiais iniciaram as diligências e conseguiram identificar a motivação do crime. A vítima Dieniffer se envolveu com o patrão na cidade de Casca, e desse romance tiveram uma filha. Em razão do nascimento da criança, a vítima exigia algumas coisas do agricultor.

Neste período ela ganhou uma casa, tinha cartão de crédito e queria um auxílio para montar uma loja no centro de Passo Fundo. Portanto, o relacionamento extraconjugal e exigências financeiras motivaram a sua morte.

A esposa do patrão, acompanhada do irmão, descobriu o relacionamento e começou a produzir ameaças contra Dieniffer e sua família. Inclusive, no mês de março enviou uma caixa com uma boneca mutilada e manchas vermelhas.

Com o objetivo de executar a vítima, os mandantes contrataram um ex-policial militar de Passo Fundo e lhe ofertaram R$ 30 mil. O acusado, negou o crime, mas forneceu detalhes e acabou preso preventivamente no dia 19 de junho. No seu apartamento os policiais apreenderam R$ 17.500,00 e algumas armas.

Durante as investigações, a companheira do ex-brigadiano prestou depoimento na Delegacia e afirmou que negociou um telefone celular de Diennifer pelas redes sociais e compareceu na sua casa para buscar o eletrônico e aproveitou para conhecer a rotina da família.

Segundo a polícia, as outras duas pessoas que foram mortas na casa “estavam no lugar errado e na hora errada”. A única sobrevivente só não foi morta por estar dormindo na casa dos fundos durante o crime.

Destacou a Polícia Civil que as investigações prosseguem na busca de identificar os executores do crime. Dois mandantes, o patrão e o ex-policial, já foram presos. A mulher e o irmão seguem foragidos. Qualquer denúncia pode ser repassada ao telefone 197 da Polícia Civil.

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