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A dimensão libertadora do perdão

por José Theodoro

Tema do programa Razões da Fé deste domingo reflete sobre a misericórdia

Foto: Divulgação

O programa Razões da Fé deste domingo fala sobre a dimensão libertadora do perdão. O programa vai ao ar às 22h na RedeSul de Rádio, São Francisco de Caxias do Sul, Fátima de Vacaria, Cacique de Lagoa Vermelha, Alvorada de Marau, Veranense de Veranópolis, Garibaldi de Garibaldi, Maristela de Torres, Sarandi de Sarandi, Cristal de Soledade, Rosário de Serafina Corrêa, Aurora de Guaporé, Cultura de Campos Novos. Transmitem também esse programa a rádio Miriam de Farroupilha e Webradio Migrantes.

Foram convidados para a reflexão, irmã Iris Lídia Grande, da Congregação de São José, irmã Leocádia Mezzomo – Scalabriniana e Postuladora da Causa de Beatificação de Madre Assunta e Frei Nilmar Gatto – Vigário Provincial dos Capuchinhos.

Texto para reflexão

O perdão é uma das coisas mais libertadoras que alguém pode fazer. A falta de perdão é como uma pedra amarrada na perna de alguém, que a arrasta para o fundo do mar. Se nós perdoarmos, receberemos perdão, essa é uma verdade que nos deve motivar. Se realmente compreendemos o que Jesus fez na cruz, o perdão deve fluir no nosso coração.

O papa Francisco anunciou há alguns dias que os padres de todo o mundo poderão conceder durante o ano do Jubileu o perdão às mulheres que abortaram e às pessoas que os realizaram, um pecado que considera um drama "injusto" e "uma derrota". O anúncio foi feito por meio de uma carta ao presidente do Conselho Pontifício para a Nova Evangelização, na qual autoriza todos os padres durante o ano do Jubileu, que começa em dezembro, 8 de dezembro de 2015 a 1 de setembro de 2016, a absolver as mulheres que se arrependeram do aborto.

"Conheço bem as condições que conduziram (as mulheres) a esta decisão. Sei que é um drama existencial e moral. Encontrei muitas mulheres que levavam em seu coração uma cicatriz por esta escolha sofrida e dolorosa", escreveu o Papa. "O perdão de Deus não pode ser negado a qualquer um que tenha se arrependido", ressalta o pontífice ao anunciar a medida excepcional.

Este é um tema delicado, pois no passado, durante o papado de Bento XVI, a posição da Igreja sobre a questão era particularmente severa e chegou a apoiar em 2009 a excomunhão de uma mulher e dos médicos que ajudaram no aborto de uma menina de 9 anos violentada pelo padrasto, considerando que o estupor era "menos grave que o aborto".

Na carta, o pontífice explica ainda que o Jubileu deve ser entendido como uma "grande anistia" que absolve os pecados dos enfermos, dos idosos e dos presos.

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