Fornecimento de terapias a neurodivergentes segue sem solução e caso avança no Ministério Público
Baixar ÁudioSegundo Ariovaldo em entrevista para a Tua Rádio Cacique, apesar de reiteradas cobranças da Câmara, o município não apresentou até o momento uma solução concreta
A falta de terapias para pessoas neurodivergentes em Lagoa Vermelha segue sem resposta do município e passou a ser acompanhada pelo Ministério Público. O assunto foi atualizado pelo vereador Ariovaldo Carlos da Silva (PDT), que, junto com o vereador Ranyeri Bozza, ingressou com uma representação para cobrar providências do Executivo.
Segundo Ariovaldo em entrevista para a Tua Rádio Cacique, apesar de reiteradas cobranças da Câmara, o município não apresentou até o momento uma solução concreta. Diante disso, há cerca de 15 dias foi protocolada uma petição no Ministério Público, apontando que mais de 800 pessoas, entre crianças neurodivergentes e pessoas com deficiência, necessitam de algum tipo de terapia. Somente na rede municipal de ensino, são 291 crianças que precisam de atendimento especializado.
O Ministério Público já solicitou informações complementares, como laudos médicos e a comprovação da negativa do município, para dar sequência ao processo. A Câmara tem prazo de 15 dias para apresentar os dados, que inicialmente serão enviados com base em três casos por amostragem.
Conforme o vereador, após o envio da documentação, o Ministério Público deverá chamar o Executivo para prestar esclarecimentos e, se necessário, ingressar com ação judicial. Ariovaldo reforçou que a mobilização continuará mesmo durante o recesso legislativo e destacou que a luta não é política, mas em defesa das famílias que aguardam, com urgência, o acesso às terapias.
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