Lagoense compara preços nos EUA e impactos do “tarifaço”
Baixar ÁudioA lagoense Carol Paim, está viajando nos EUA, onde foi levar seu filho Pedro Henrique para estudar em uma universidade americana
A lagoense Carol Paim, está viajando nos EUA, onde foi levar seu filho Pedro Henrique para estudar em uma universidade americana, ela comentou sobre os impactos do chamado “tarifaço” em comparação aos preços no Brasil.
Segundo ela, apesar da expectativa de aumento, não percebeu diferença significativa nos valores dos principais produtos de exportação brasileira, como carne e café. Carol relatou que, em mercados americanos, encontrou preços equivalentes aos praticados no Brasil, levando em conta a moeda local: “O café aqui está em torno de 10 dólares, e a picanha, 26 dólares o quilo. Quando se converte para o real, é claro que pesa muito mais, mas para os americanos, dentro da realidade deles, não é considerado caro”.
Ela destacou que o principal fator de impacto para os brasileiros no exterior é a cotação do dólar, atualmente acima de R$ 5,40, somada a impostos e taxas adicionais nas conversões. “Nós, que ganhamos em real e gastamos em dólar, sentimos muito mais essa diferença. Para quem recebe em dólar, os preços não mudam”, afirmou.
Durante sua estadia em Boston, Carol também conversou com trabalhadores locais e brasileiros que vivem na cidade. Segundo ela, a percepção geral é de que os valores permanecem estáveis no mercado americano, sem alterações diretas relacionadas ao tarifaço.
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