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Secretaria da Saúde de Caxias do Sul fará nova rodada de testes nas casas asilares do município

por Isadora Helena Martins

A ação será realizada após registro de surto e morte de dois idosos que residiam na mesma instituição

Foto: Divulgação / Andréia Copini

Nesta semana a Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul confirmou que pelo menos 13 empresas e uma Instituição de Longa Permanência de Idoso (ILPI) registraram surto da Covid-19. Na sexta-feira (26) a pasta também confirmou o óbito de dois idosos, de 85 e 83 anos, que residiam na mesma casa asilar. Foram as duas primeiras mortes registradas em uma ILPI.

Durante entrevista na Tua Rádio São Francisco neste sábado (27), o secretário municipal da Saúde, Jorge Olavo Hahn Castro, lembrou que a Secretaria realizou testes para identificar coronavírus em funcionários e idosos e afirmou que uma nova rodada de testes será realizada nos próximos dias: “A Secretaria iniciou deste o mês passado a testagem de todos os idosos das casas de longa permanência e de todos os funcionários dessas casas. Este surto aconteceu numa casa asilar em que houve contaminação por trabalhadores. As providências então foram afastar o trabalhador, testar todos os demais idosos e os contaminados foram isolados. Essa casa também não recebe mais nenhum idoso . Nós continuamos com um programa de testagem sistemática de todos os idosos e trabalhadores dessas casas asilares. Então, na próxima semana deve iniciar uma nova rodada de testes”.

Segundo o secretário, outra preocupação é que muitos trabalhadores das casas asilares também trabalham em hospitais. “Essas casas asilares são facilmente contaminadas porque muitos trabalhadores também trabalham em hospitais. Estamos então atentos àqueles em que teve o surto no hospital que eles trabalham. A gente testa e se tem sintomas ele é afastado preventivamente”, disse Castro.

Questionado sobre os demais locais que registraram surto da Covid-19 e por que a Secretaria não divulgou os nomes dos estabelecimentos, o secretário respondeu. “A gente evita de divulgar nome porque o que é considerado surto: dois casos ou mais numa relação temporal de sete dias. Então se uma empresa que tem três casos e dois mil funcionários, já é considerada local de surto. Um pequeno número pode estigmatizar uma empresa, uma região, então a gente tem evitado isto”, disse o titular da secretaria.

Ouça a entrevista completa AQUI.      

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