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Segurança na aplicação de vacinas

Baixar Áudio por Taliane Radaelli

Este conteúdo está disponível, também, no áudio da matéria

Foto: Divulgação

Desde criança estamos acostumados, de tempos em tempos, a levar uma picadinha no braço, a famosa vacina. Esse procedimento rápido pode parecer simples para quem está recebendo a dose, porém, ele é trabalhoso e exige muito conhecimento de quem está aplicando. Em entrevista para a Tua Rádio Alvorada, Rosita Manfroi, diretora da Imunizzi Clínica de Vacinas, falou sobre algumas das responsabilidades dos profissionais que trabalham com a vacinação na rede privada e pública de saúde.

De acordo com Rosita, além dos conhecimentos técnicos de aplicação e armazenamento das doses, entender e saber interpretar os três calendários vacinais disponíveis no Brasil é  uma das principais exigências da profissão. O PNI é o Calendário Básico de Vacinação, definido pelo Programa Nacional de Imunização e utilizado pelo SUS -  Sistema Único de Saúde. Além dele, são utilizados o SBIM, com recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações e o SBP, com recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria, ambos mais comumente utilizados na rede privada. Todos eles dispõem de informações próprias que devem ser interpretadas de maneira correta para que o paciente receba a quantidade de doses certas e no tempo correto.

Outro ponto importante é o suporte e a orientação diante de uma possível reação ao imunizante. De acordo com Rosita, dor local e febre são reações normais de algumas vacinas, porém, existem pacientes que, por diversos motivos, reagem de forma adversa. Nesses casos, é importante que o profissional tenha os conhecimentos necessários para orientar antes ou durante a reação e saber o momento de encaminhar a criança ao pediatra. O acompanhamento e o suporte pós-reação também são importantes para que o desconforto seja evitado ou amenizado na aplicação de futuras doses.

A entrevista completa com Rosita Manfroi está disponível no áudio da matéria.


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