Reposicionamento de empresa caxiense busca ampliar atuação em performance organizacional
Baixar ÁudioA DG Recursos Humanos investe em Direcionamento de Grandeza, acompanhando as transformações do mercado de trabalho
Novas gerações chegando ao mercado de trabalho, maior acesso à informação, transformação das relações profissionais e organizações que passam a exigir mais autonomia, colaboração e capacidade de adaptação das equipes. As transformações no mundo do trabalho vêm alterando também a forma como as empresas enxergam o papel das pessoas em seus resultados.
É neste contexto que a DG, empresa de Caxias do Sul com mais de 15 anos de atuação no desenvolvimento de pessoas e organizações, apresenta um novo momento de sua trajetória. Até então identificada como DG Recursos Humanos, passa a se apresentar como Direcionamento de Grandeza, acompanhada da assinatura Performance Organizacional.
O novo posicionamento parte de uma premissa que sintetiza essa evolução: capital humano não é custo operacional, é ativo de performance. O reposicionamento traduz uma trajetória construída ao longo de mais de uma década e meia, somada aos conhecimentos incorporados nesse período e às transformações que vêm redefinindo as relações entre pessoas e organizações.
Historicamente reconhecida pela atuação em recrutamento, seleção e desenvolvimento, a DG amplia a forma de abordar esses desafios ao conectar pessoas a temas como estratégia, liderança, cultura, estrutura organizacional e capacidade de execução.
De acordo com a psicóloga corporativa e CEO da DG, Daniela Grolli, a experiência acumulada ao longo dos anos mostrou que demandas inicialmente relacionadas à contratação ou desenvolvimento de profissionais frequentemente revelam questões mais amplas dentro das empresas.
A evolução da DG ocorre paralelamente a uma transformação mais ampla no mercado de trabalho. A entrada de novas gerações nas empresas, o acesso cada vez maior à informação e ao conhecimento, as novas expectativas em relação à carreira e às lideranças e a transformação das relações profissionais estão levando organizações a rever modelos tradicionais de gestão.
Estruturas fortemente hierarquizadas convivem, cada vez mais, com ambientes que exigem autonomia, colaboração, circulação de conhecimento, capacidade de decisão e participação mais ativa das pessoas.
Nesse cenário, a gestão do capital humano deixa de estar associada apenas à ocupação de posições ou ao desenvolvimento individual e passa a integrar uma discussão mais ampla sobre a capacidade das próprias organizações de responder às transformações.
Daniela concedeu entrevista sobre o assunto ao programa Temática hoje. Confira o conteúdo completo em áudio (acima).
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