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Trabalho das Vigilâncias Epidemiológica e Ambiental do Município é selecionado entre os três melhores do RS

por Luan Varela

Experiência foi apresentada durante Encontro Estadual de Arboviroses nos dias 23 e 24 de setembro, em Porto Alegre

Foto: Divulgação

Em busca de qualificar a organização e a divulgação das informações sobre a dengue, a Vigilância Epidemiológica, em parceria com a Vigilância Ambiental, da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), desenvolveu o informe “Dengue em Foco”. O projeto, que resultou no trabalho Dengue em Foco: Informação e Geoprocessamento na Vigilância em Saúde, foi inscrito pela equipe no Encontro Estadual de Arboviroses, Epidemiologia, Diagnóstico e Manejo Clínico, ficando entre os três melhores do Rio Grande do Sul. A experiência foi apresentada nos dias 23 e 24 de setembro, durante o evento, em Porto Alegre.

No total, 15 trabalhos foram submetidos e avaliados de forma independente por cinco profissionais, utilizando os critérios como relevância para as arboviroses e para a Saúde Pública; clareza e pertinência da abordagem; resultados e contribuição para a vigilância e/ou assistência e aplicabilidade e potencial de contribuição para outros territórios. Cada critério recebeu uma nota de 1 a 10, totalizando até 70 pontos, além da indicação dos avaliadores quanto à recomendação, elegendo os três melhores do Estado para uma apresentação oral para o grande público na capital.

O projeto, que constituiu a elaboração do informe “Dengue em Foco”, com periodicidade semanal, reuniu dados atualizados sobre casos notificados e confirmados, distribuição territorial e evolução dos registros no Município. As informações foram organizadas e analisadas com apoio do geoprocessamento, possibilitando a visualização da ocorrência de casos no território e identificando áreas com maior concentração de registros.

Além do uso interno pela Vigilância, o “Dengue em Foco” era compartilhado com os serviços e setores do município, incluindo as UBSs. Dessa forma, as informações também serviam de apoio para ações de educação em saúde, como orientações em salas de espera, escolas e outros espaços de contato com a comunidade. A experiência demonstrou que a integração entre as vigilâncias, geoprocessamento e comunicação em saúde pode qualificar a análise do território e apoiar decisões mais oportunas. O projeto consolidou-se como ferramenta de informação e apoio às ações de vigilância e educação em saúde, fortalecendo a resposta municipal frente a dengue.

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