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Aumento do contágio por Covid-19 gera alerta para setor industrial de Caxias e região

Baixar Áudio por Isadora Helena Martins

Afastamento de funcionários traz dificuldades para a manutenção das linhas de produção. Simecs orienta para reforço dos protocolos de prevenção e controle da doença.

Foto: Divulgação / Agência Brasil

O aumento exponencial de casos de Covid-19 ocasionado pela circulação da variante ômicron já compromete o funcionamento de diversos serviços devido ao afastamento de profissionais. Em Caxias do Sul e região o setor da Indústria também registra alguns impactos devido ao contágio de funcionários.

Segundo a diretora executiva do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul e Região (Simecs), Daiane Catuzzo, ainda não há relatos de paralisação total de linhas de produção, mas algumas empresas já contabilizam cerca de 20% de profissionais afastados por conta do coronavírus. “Embora o aumento dos casos esteja acontecendo, os sintomas têm sido leves, não temos registros de casos em que tivemos problemas maiores de saúde dos trabalhadores. Por outro lado, temos o impacto na produção, porque temos relatos de empresas que têm de 10% a 20% de pessoas afastadas e sabemos que isso sempre impacta no processo produtivo. Não temos relatos de paradas ou atrasos até o momento, mas sabemos que se os casos continuarem aumentando, poderemos ter paradas pontuais”.   

Diante do cenário que pode comprometer a produção industrial da região caso não seja controlado, Daiane destaca que a recomendação é de que as empresas reforcem as medidas de prevenção, incentivem a vacinação e invistam na testagem para controlar a disseminação do vírus. “Reforçamos a importância da utilização da máscara de forma adequada, do uso do álcool em gel, a circulação do ar nas empresas e da manutenção do distanciamento. Temos trabalhado também com a importância da testagem e do afastamento dos sintomáticos e dos contactantes. Reforçamos, ainda, a importância da imunização que tem ajudado muito para que tenhamos casos mais leves”.

Em entrevista à Tua Rádio São Francisco, a diretora executiva do Simecs também alegou que ainda é cedo para dimensionar os impactos da nova onda de Covid-19 no setor. “A gente já previa que teríamos um pico de Covid com a volta das férias, mas como temos parte da indústria que retornou às atividades no dia 10 de janeiro, não conseguimos ainda dimensionar o tamanho do impacto. Mas, se isso se estender com números altos de pessoas afastadas, sabemos que vai impactar. Estamos cautelosos, mas esperamos que tenhamos um cenário positivo e que a indústria continue crescendo”.  

Acompanhe a entrevista em "Ouvir Notícia". 

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