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Bullying segue sendo um sério problema nas escolas do Brasil

Baixar Áudio por Clayton Camargo

Psicóloga explica maneiras de identificar se a criança ou adolescente está sofrendo com agressões físicas ou psicológicas

Foto: EBC/Divulgação

Com o início das aulas, uma das grandes preocupações dos pais nos dias atuais retorna.  O ambiente escolar é para ser um local de aprendizado, porém cada vez mais tem se registrado casos de bullying. (Ouça a notícia)

Uma Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagemfeita em 2018 revelou que o ambiente das escolas brasileiras é duas vezes mais suscetível ao bullyingdo que a média geral das instituições de ensino em 48 países. Outro número divulgado na pesquisa mostra que o educador no Brasil gasta apenas 67% do seu tempo em sala de aula com o conteúdo didático.

Para muitos especialista e educadores os números indicam que a violência física e emocional contra estudantes precisa ser enfrentada de novas maneiras no país. Para a psicólogaclínica Gabriela De Quadros Pirocca, que trabalha com psicologia educacional, o bullying pode existir até mesmo no local de trabalho, porém o adulto consegue lidar melhor com essa situação.

Gabriela, destaca também, que o os pais devem dar atenção para tentar identificar se o seu filho vem sofrendo com algum tipo de agressão, física ou psicológica na escola, além disso também ficar atento no comportamento para saber se o seu filho é o que pratica o bullying.

Além da escola outro local onde é possível presenciar esses casos são as redes sociais, então recomenda-se que os país fiquem atentos e tenham um diálogo com seus filhos, para garantir que não sejam vítimas e nem autores de comentários maldosos na internet.

Segundo a pesquisa, 28% dos diretores das escolas brasileiras no ensino fundamental apontaram a intimidação ou o bullying como um problema que ocorre semanal ou diariamente nos ambientes de ensino, enquanto 18% dos administradores das instituições de ensino médio dizem o mesmo. O percentual supera em muito as médias da América Latina (13%) e do mundo (14%). A pesquisa ouviu mais de 250 mil professores e diretores ao redor do mundo. O problema no Brasil é ainda mais acentuado no sistema público de ensino, onde os números sobem para 35% (ensino fundamental) e 23% (ensino médio).

 

 

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