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Trinta anos de HCR: “amor pelo que se faz é o segredo”

por Ana Lúcia Jacomini

Santa de Albuquerque Ruas completa hoje, 2 de maio, três décadas ininterruptas de atuação junto ao Hospital Cristo Redentor

Marauense diz que não pretende parar de trabalhar no hospital, tão cedo

Nesta quarta-feira, 02/05, Santa de Albuquerque Ruas completa 30 anos de atuação no Hospital Cristo Redentor. Sua trajetória ininterrupta no HCR iniciou no ano de 1988, quando ela tinha 28 anos de idade. Hoje com 58 anos, a marauense se emociona ao dizer que 3 décadas passaram muito rápido e que o segredo para  estar a tanto tempo na mesma profissão é simples: “amar o que se faz”.

Relembrando o começo desta história, dona Santa conta que começou na atividade de copeira, mas que sempre mostrou interesse por cozinhar. Foi quando uma das cozinheiras saiu e ela foi indicada para ser a sua sucessora. “No início era pouco movimento, era tudo mais calmo por aqui, depois começou a aumentar o fluxo de pacientes, as demandas de trabalho e os tempos eram difíceis, tínhamos menos recursos estruturais e pouca matéria prima. Hoje nós podemos oferecer o melhor aos pacientes”, explicou.

Um momento que dona Santa relembra, que marcou sua trajetória foi o elevador de madeira do hospital, puxado à corda e utilizado para transportar os alimentos. “Teve épocas que o elevador arrebentava cheio de comida, quebrava louças, amassava panelas; era preciso refazer tudo. Hoje o elevador é motorizado (risos)”. A marauense tem orgulho de sua profissão e diz não ter intenção de parar de trabalhar: “Hoje eu não imagino parar de trabalhar, eu não vou me acostumar ficar fora do Hospital, de tanto que eu gosto. Não parece verdade que 30 anos se passaram aqui”, colocou.

A nutricionista responsável técnica do HCR, Camila Spenassato parabeniza a funcionária em nome de toda equipe: “Não são poucos anos, é uma vida dentro do hospital. Uma funcionária que cresceu junto com o HCR.  Tenho certeza que ao longo desses anos passou  por dificuldades, mas sempre trabalhando e pensando no bem do paciente. Pode-se dizer que todos esses anos trabalhou com muita dedicação, comprometimento, com amor a profissão, atendendo com carinho os pedidos dos pacientes e colegas de trabalho. É um exemplo a ser seguido”.

*Assessoria de Comunicação do HCR

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