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OAB desagrava advogados ofendidos por magistrado em Marau

por Ana Lúcia Jacomini

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Foi concluído, na manhã desta segunda-feira, 10/09, o processo de desagravo movido pela OAB de Marau contra o Juiz Evandro Luís Urnau, da Justiça do Trabalho. O ato diz respeito ao repúdio da classe a um ato ocorrido no dia 24 de outubro de 2017, durante audiência no Posto da Justiça do Trabalho de Marau. Na ocasião, os advogados Wagner e Luana Segalla foram impedidos de exercer prerrogativas da profissão, na condução da defesa de seu cliente.

O ato de desagravo significa o repúdio dos demais profissionais ao ocorrido e a solidariedade aos advogados prejudicados. O ato público, realizado na sede da OAB de Marau, teve a presença de Eduardo Zaffari, presidente da Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas da OAB/RS. Vanilde Nadin, que preside a OAB em Marau, voltou a afirmar que trata-se de um fato isolado que não condiz com a realidade do Posto a Justiça do Trabalho em Marau e de seus servidores.

Conforme os autos, o magistrado teria impedido a produção de provas, ameaçado testemunhas e desestimulado o exercício da advocacia de Luana e Vagner. Os advogados que solicitaram o desagravo apontaram alguns fatos que ocorreram, envolvendo juiz. Entre os fatos, uma divergência a respeito da quantidade de banheiros no fórum, fez com que o magistrado saísse da sala de audiências, afirmando no saguão, perante terceiros, que a cliente e a testemunha do processo mentiram para ir até o local, verificar a quantidade de sanitários.

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