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Cotiporã está entre as 100 cidades mais limpas do Brasil

por Alessandra Bernardi

O levantamento, elaborado pela Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema)

Foto: Dirceu Tedesco | Tua Rádio Veranense

O município de Cotiporã figura entre as 100 melhores cidades do Brasil no Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU) 2025, consolidando-se como uma das referências nacionais em gestão de resíduos sólidos. No ranking geral, a cidade ocupa a 36ª posição no país, com conceito “Alto”. Já no estado, o município está na 5ª posição.

O levantamento, elaborado pela Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema), avaliou 4.773 municípios brasileiros, considerando critérios como coleta, sustentabilidade financeira, reciclagem e destinação final dos resíduos.

O Rio Grande do Sul se destaca no cenário nacional do ISLU 2025 ao colocar três cidades entre as 10 melhores do país: Xangri-lá (4º lugar), Estação (5º) e Santa Rosa (10º). Além disso, o estado também marca presença com a capital, Porto Alegre, figurando entre as cidades com melhor desempenho no ranking, um indicativo de que, mesmo entre grandes centros urbanos, há avanços importantes na área de limpeza urbana e sustentabilidade.

Confira todas as cidades gaúchas no Top 100 nacional:

 

  • Xangri-lá – 4º lugar
  • Estação – 5º lugar
  • Santa Rosa – 10º lugar
  • Tramandaí – 13º lugar
  • Casca – 19º lugar
  • Não-Me-Toque – 22º lugar
  • Dois Lajeados – 24º lugar
  • Cotiporã – 36º lugar
  • Erechim – 37º lugar
  • Feliz – 42º lugar
  • Carazinho – 50º lugar
  • Ijuí – 62º lugar
  • Estância Velha – 63º lugar
  • Porto Alegre – 64º lugar
  • Santo Ângelo – 66º lugar
  • Serafina Corrêa – 68º lugar
  • Getúlio Vargas – 72º lugar
  • Lajeado – 75º lugar
  • Osório – 81º lugar
  • São Leopoldo – 82º lugar
  • Novo Hamburgo – 89º lugar
  • Jaguari – 93º lugar
  • Tucunduva – 94º lugar

Cidades bem posicionadas no ISLU apresentam características em comum, como:

  • ampla cobertura de coleta de resíduos
  • destinação final adequada, sem uso de lixões
  • existência de cobrança pelo serviço, garantindo sustentabilidade financeira
  • avanços, ainda que modestos, em reciclagem

Apesar dos bons exemplos, o estudo mostra que a realidade brasileira ainda está distante do ideal. Apenas 7% dos municípios atingem nível alto de desempenho, enquanto a maioria ainda enfrenta dificuldades para cumprir as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Cidades como Chuvisca, Vitória das Missões e Barra do Rio Azul aparecem entre as piores colocações do país, evidenciando dificuldades estruturais na gestão de resíduos.

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