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Indústria caxiense registra crescimento de 16,45% em 2018

por Pablo Ribeiro

Saldo de empregos no setor fechou o ano com um resultado positivo de 4.069 postos de trabalho

O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul (SIMECS) divulgou na manhã desta quinta-feira (31) os dados referentes ao balanço da economia no setor da indústria caxiense em 2018, além das perspectivas econômicas para 2019.

De acordo com os dados apresentados pelo presidente do sindicado, Reomar Slaviero, a indústria teve um desempenho positivo de 16,45% em 2018 em comparação ao ano de 2017. Conforme Slaviero, em relação aos mercados de atuação, o maior crescimento das receitas se observou nas vendas dentro do estado, com incremento de 29,96%. Já as vendas para fora do estado aumentaram 14,71% em relação a 2017. As exportações cresceram 8,68%. O presidente do SIMECS espera um crescimento ainda melhor em 2019. Ouça AQUI.

De acordo com os dados, o segmento automotivo foi o que puxou a retomada, com crescimento verificado em 2018 de 20,66%. O setor metalmecânico cresceu 12,04%. O destaque negativo ficou por conta do segmento eletroeletrônico, com recuo de 9,46% nas receitas em relação a 2017.  

Slaviero informou ainda que o saldo de empregos na indústria de Caxias melhorou sensivelmente em 2018. O setor fechou o ano com um resultado positivo de 4.069 postos de trabalho (admissões menos demissões).

No entanto, o número ainda está longe da recuperação do montante de vagas fechadas nos últimos cinco anos, conforme explica Slaviero. Ouça AQUI.

Em 2014 foram 5.208 vagas fechadas; em 2015 o saldo negativo de empregos foi de 9.263 postos; em 2016, nova queda, de 3.986 vagas. Em 2017, pela primeira vez desde 2013, o saldo foi positivo, embora de apenas 61 vagas.  Vale lembrar que em janeiro de 2015 a indústria de Caxias empregava 45,6 mil funcionários. Encerrou 2018 com 37,1 mil trabalhadores empregados.

O faturamento da indústria, em 2018, foi 38,7% menor do que a média observada em anos de produção normal. Tendo como base a média das receitas anuais no período 2010-2014, de R$ 24,8 bilhões, há uma queda para R$ 15,2 bilhões em 2015 (-38,7%), R$ 12,0 bilhões em 2016 (-51,6%), R$ 13,1 bilhões em 2017 (-47,17%) e R$ 15,2 bilhões em 2018 (-38,7%).

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