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Primeira agroindústria familiar de vinho colonial do país é inaugurada em Bento Gonçalves

por Ivan Sgarabotto

O Rio Grande do Sul concentra a maior parte dos produtores de vinho colonial/artesanal do país

Foto: Marina Teles

A Piccola Cantina, primeira de várias agroindústrias familiares de vinhos coloniais que deverão surgir na região da Serra e no Estado, foi inaugurada nesta semana em Bento Gonçalves. Situada na Linha Ferri, no distrito de Faria Lemos, e pertencente a Auri e Diva Flâmia, o empreendimento, que recebeu o número de registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no mês passado, está apto a comercializar até 20 mil litros de vinho colonial por ano, produzidos com uvas próprias, em feiras, cooperativas ou na propriedade, utilizando apenas o talão de produtor rural para a emissão de notas, sem a necessidade de abrir uma empresa.

O projeto que regulamenta a produção de vinhos artesanais no país foi aprovado pela Câmara dos Deputados ainda em 2015. Bento Gonçalves integrou o projeto piloto para busca do registro, organizado pelo Ibravin, Emater-RS/Ascar, Embrapa Uva e Vinho, Seapi/RS e Mapa, Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e apoio da Prefeitura. Além disso, todo o processo de regularização contou com a colaboração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e das secretarias estaduais de Agricultura, Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul e de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do Rio Grande do Sul.

A inauguração também contou com a presença do representante da secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Irrigação, Gevaldino Soriza de Oliveira, deputado estadual, Elton Weber, presidente da Câmara de Vereadores, Moisés Scussel Neto, do chefe de escritório da Emater-RS/ Ascar do Município, Thompson Didoné, do subprefeito do Vale dos Vinhedos, Marciano Batistelo, além de secretários municipais, presidentes, diretores e demais autoridades.

Legalização do Vinho Colonial

O Rio Grande do Sul concentra a maior parte dos produtores de vinho colonial/artesanal, mas, segundo projeções, estima-se que cerca de quatro mil famílias produzam e vendam sem registrar seu vinho no Brasil.

A partir do trabalho das instituições, na Serra Gaúcha mais 11 estabelecimentos já estão aptos a comercializar seu produto na próxima safra. No Município, mais quatro agroindústrias familiares estão em processo de legalização. São elas: Vitório Somenzi, na Linha Zenith, Gilmar Parisotto De Toni, distrito de São Pedro, Claimar Zonta, Linha Eulália, e Pedro Speranza, distrito de Faria Lemos.

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